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Story of my life - 1° Temporada - Capitulo 3 - "Eu não quero esquecer"

Capitulo 3 - "Eu não quero esquecer"


Eu estou simplesmente morrendo @.@

Flashback On

- Oh Curly, eu precisa tanto de você - sua voz era de choro, eu conhecia Louis, ele não estava bem e essa mensagem de voz gravada me deixava aflito.
Liguei para ele mas nenhuma das 12 vezes fui atendido
- Louis, eu sei que você está aí. O que houve? - eu dizia na caixa de voz mas ele não me respondia
Eu podia ouvir sua respiração pesada e seus soluços do outro lado da linha
- Boo, por favor...
- Curly... - ele disse tãi baixo e fanho que me assustou
- Boo? Boo Bear? - nada 0 eu estou indo para aí - desliguei o telefone rápido, entrando no carro em seguida.
Eu nunca vi Louis assim, algo muito sério deve ter acontecido e meu peito doía só de imaginar
***
Parei meu carro em frente ao nosso prédio, passe pelo saguão apressada
- Senhor Styles, as correspondências - a recepcionista disse a tempo de eu as pega-la e sair, sem nem agradecer. Pensei seriamente em subir as escadas, mas o elevador me parecia mais rápido. Ideia doa infernos...
Finalmente o elevador se abriu no meu andar que parecia nunca chegar.
Em passos rápidos eu me preparava emocionalmente para o que veria ao abrir a porta.
Meus dedos giraram na massaneta, a porta estava aberta, o apartamento totalmente apagado, apenas as luzes dos prédios que enfeitavam a noite de Londres entravam pela janela.
- Boo? - eu disse baixo, sem ver nada enquanto procurava pelo interruptor
- Eu escutei passos rápidos, era Louis.
- Louis? Boo? Onde você está? Você pode acerder as lu... - e eu fui interrompido e surpreendido pelo mais e mais forte abraço do mundo.
- Lou... - eu disse abafado em seu pescoço enquanto tentava me equilibrar após o susto - Você está bem? - perguntei enquanto, por fim, minha mão encontrou o interruptor, acendendo imediatamente as luzes
- O que houve boo?  Olhe para mim. - eu dizia em meio aos seus braços apertados em mim.
Aos poucos seus braços diminuíram a força e ele afastou, minimamente, o seu rosto do meu pescoço.
Eu pude sentir meu pescoço molhado pelas lagrimas e seu rosto...
- O Louis... - disse preocupado ao ver seu rosto vermelho e molhado por sua lagrimas. Seus olhos pequenininhos estavam vermelhos e apagados. Fazendo com que o incrível azul não passasse de um cinza.
- o que houve Louis?  Fala comigo Boo
- Hanna, Harry. Hanna! - Ele disse quase sem som.
- Hanna? O que houve com Hanna Louis?
- Acabou Harry. - Louis disse entre lagrimas e confesso que o aperto em meu coração diminuiu.
- Como assim acabou? - perguntei enquanto Louis voltou a chorar - vem, senta aqui. Eu vou buscar agua - disse ajudando-o a sentar-se no sofá.
Caminhei rapidamente para a cozinha, peguei um copo d'água  e voltei para a sala. Onde Louis estava encolhido no sofá , com a cabeça baixa e abraçando seus joelhos
Me sentei no sofá e coloquei minha mão sobre seus joelhos
- Boo... - disse baixo enquanto ele levantou o rosto, trazendo junto com ele uma dor imensa em meu coração - Beba... - disse sem deixar de olhar seus olhos que pareciam moestar o quanto precisavam de mim agora.
Louis lentamente pegou o copo d'água e deu dois goles, logo depois respirou fundo.
- Como... como foi? Qual o motivo? - perguntei receoso.
Louis e Hanna se conhecem desde crianças, Louis sempre teve um carinho muito grande por ela e isso sempre me causou dor.
- Eu não sei Harry. Eu não sei... Ela simplesmente cansou.- Louis enxugou o rosto, que em seguida, foi novamente molhado - Como... Como foi quanto... Quando você e Felicity...
- Quando nos separamos? - completei e Louis consentiu enquanto se ajeitou, deitando-se em meu colo, mantendo contato direto com meus olhos.
- Foi... Foi normal. Foi uma decisão mutua. - eu dizia enquanto mexia nos seus cabelos, tirando-os do rosto - Doeu, doeu muito, mas eu não a amava, quer dizer, amava, mas não do jeito certo...
- Existe um jeito certo?
- No meu caso, sim. Eu não a amava como uma namorada, nós eramos como amigos. E ela notou isso.
- O que houve depois? - Louis perguntou atento.
- Ela pediu para que nos separássemos. Nem ela e nem eu achávamos junto fazer isso um com o outro
- E então?
- Doeu Louis, Doeu muito. Eu sentia falta da companhia dela, digo, do carinho e das brincadeiras. A dor parecia que nunca mais passaria... - respirei fundo - Mas passou.
- Como?
- Eu me apaixonei Louis. E por incrível que pareça, isso dói mais do que perder Felicity. - balancei a cabeça, mandando as lembranças para longe - O que importa é que vai passar Louis, você vai ficar bem.
Ele se sentou, olhou em meus olhos  mais uma vez me abraçou
- Oh Hazza, mas dói tanto...
- Vai passar Louis... vai passar, meu amor - e foi um sussurro, um sussurro inadequado e involuntário
- O que disse? - ele tirou seus rosto do meu pescoço, deixando-o tão próximo do meu rosto que podia sentir sua respiração sobre meus lábios.
- Eu... eu... - dizia confuso coma proximidade - eu... - e foi mais um ato inadequado e inconsciente, mas quando me dei conta, meus lábios já estavam colados aos dele, trazendo em questão de segundos, uma das melhores, ou a melhor, sensação de toda a minha vida.
Foram poucos segundos até eu sentir seu movimento brusco enquanto ele se afastou
- Oh meu deus! Harry! - Louis disse já em pé, com as mãos sobre os lábios. Seu semblante assustado fez com que eu sentisse medo de ter estragado tudo.
- Deus! Me desculpe, Louis. Me desculpe! - disse assustado - eu;;; eu não sei o que estava fazendo... eu... me desculpa.
Louis saiu andando até a cozinha, onde pegou mais um copo de água e se encostou no balcão, de costas para mim enquanto bebia.
Eu não sabia o que fazer e decidi, por livre e espontâneo medo, manter-me sentado e calado até que ele se pronunciasse.
Demorou alguns minutos, ele se desencostou e vagarosamente se virou
- Eu.... eu vou... vou dormir. - ele caminhou lentamente para o seu quarto
Eu fiquei mais alguns minutos tentando processar o que aconteceu.
Me levantei e, no caminho para o meu quarto, parei na porta do dele, que estava aberta. Ele estava deitado, de frente para mim, me fitando.
- Louis... me desculpe -disse baixo - eu... eu vou para o meu quarto. - me desencostei de sua porta e antes que eu desse um passo pude escutar sua voz baixo
- Curly... - eu o olhei
- Sim?-
-Fica aqui, dorme comigo... eu preciso tanto de você - ele disse como uma criança diz aos pais que teve um pesadelo e pede a eles para que durma com eles.
Eu resisti por alguns segundos até ver seu leve sorriso abrindo-se em seu rosto
- Eu vou me sentir mais seguro... por favor... - eu respirei fundo, caminhando até o outro lado da cama, onde eu costumava dormir de vez em quanto.
Me deitei e Louis se virou, olhando para mim com seus pequeninos olhos vermelhos
- você pode me... - ele disse sem jeito enquanto se mexia
- Te abraçar? - eu completei sem jeito e Louis concordou tímido
Eu sorri fraco e o enlacei em emus braços, sentindo seu perfume.
- Nós podemos esquecer, você sabe... o que houve. - sugeri mas por segundos ele se esforçou para me olhar
- Eu não quero esquecer, Harry - ele disse logo em seguida fechando os olhos.
Sorri, feliz com a sua resposta e beijei sua cabeça, fechando meus olhos em seguida.





Hey Girls! Como vocês estão? Bom, como eu disse, eu ia explicar ontem, mas eu não tava passando muito bem. Seguinte, tão vendo essa "Agenda da Mari"? Isso é o que vocês vêem (jura Mari?) Eu quero dizer que, é bem simples, eu postarei os capitulos de acordo com o que está escrito aí. Bom, hoje é segunda, dia se Story of my life e aí está o capitulo! Amanhã eu volto com Feel the love, combinado? Comentem! beijinhos, eu amo vocês <3
 


Story of my life - 1° temporada - Capitulo 2 - "Brasil."

 Capitulo 2 - "Brasil."




- Qual o local de destino, senhor?
- Brasil.
- Qual o horário?
- O próximo, mais rápido possível.
- Próximo vôo para daqui a 45 minutos.
- Ok.
(...)
Eu nem precisei esperar, fui direto para o embarque.
Confesso que, de todos os lugares do mundo, Brasil era o meu destino ,mais obvio. Com certeza, o primeiro lugar onde Louis me procuraria, se procuraria. Mas isso não importa, não agora, a distância me traria conforto e tempo, para assim, eu pensar como seria daqui para frente.
Já dentro do avião, eu tentei me acalmar e dormir um pouco, mas parecia impossível. Eu era o tipo de cara ansioso, que não dormiria enquanto não chegasse, enquanto não se sentisse seguro. Ao menos que um remédio me ajudasse.
O Brasil sempre me parecia um dos melhores lugares e refúgios, com a melhor recepção e hospitalidade.
Brasil... Já faz tanto tempo desde que eu estive lá... Eu estava devendo essa volta, mesmo que, por motivos nem tão bons quanto os últimos.
Meu celular não havia parado de tocar desde a hora em que eu saí de casa, e só agora que me dei conta de como esse toque pode ser irritante.
Simon, com certeza já se desesperou, achando que, a qualquer momento, eu pudesse fazer algo errado e destruir não só a minha carreira, mas a de Louis também.
Como se eu já não houvesse feito isso.
De forma alguma eu conseguiria dormir nesse estado de nervos.
Vasculhando a minha memória, milagrosamente eu me lembrei que, no bolso de minha calça estavam comprimidos de que Louis, mais cedo, pediu para que eu guardasse, Para se, por um acaso, eu sentisse dores ou necessidade de algum deles. Talvez ele soubesse que, sim, eu precisaria deles mais tarde.
Tomei um comprimido para dores de cabeça juntamente com o calmante de que eu sempre tomava antes de dormir, aquele que, não demora nem 10 minutos para fazer efeito...
(....)
- Senhor Styles? Acabamos de pousar em solo Brasileiro, o senhor está pronto para o desembarque? - uma comissaria de bordo dizia em tom baixo e confortante
- ah! Am... ok, estou. Obrigado.- agradeci enquanto passava as mãos sobre os olhos, tentando fazer com que eu acordasse mais rápido.
Me levantei e caminhei para fora do avião, não fazia a minima ideia de que horas eram.
Saí do avião, estava de noite, madrugada eu acredito. peguei minhas malas e chamei por um taxi, esse que me levou até o hotel, onde apenas peguei um quarto, subi e me joguei na ama, já dormindo.
Amanhã, com certeza, fotos e noticias chegariam até eles.



Guardian Angel - 2° temporada - Capitulo 9 - " Eu estou prestes a propor isso"

Capitulo 9 - " Eu estou prestes a propor isso"




Eu estava em choque, era lindo, era perfeito.
Senti meus olhos marejarem enquanto Louis me abraçou
Era um lugar lindo, bem parecido com o dos meu sonhos, perfeito. Todo florido, flores rasteiras e brancas junto a grama, a cachoeira de fundo trazia um frescor e um som de paz. O sol que ainda nascia iluminava tudo com sua cor ainda meio amarelada. Iluminava ainda o pequeno altar montado a minha direita.
Era uma estrutura de madeira, simploria e magnifica.


Enfeitado com flores como se sempre pertencesse a esse lugar. Nele havia alguem vestido de branco, alguem que eu não conhecia.
Do meu lado esquerdo havia uma grande toalha branca estendida no chão, em sua volta mais flores brancas junto de um grande sofá quadrado e alguns arranjos em volta.
- Oh meu deus. - eu disse segurando uma lagrima - É lindo! - sorri abraçando Louis com mais força
- Eu quero que você seja minha para sempre. - Ele disse com um sorriso.
Meu peito estava tão apertado que era difícil respirar - E eu estou prestes a propor isso. - ele disse próximo ao meu ouvido, seguido de um riso nervoso e me causando arrepio e frios na barriga. Aquilo parecia perfeito de mais para mim.
- Então, por favor. Me dê um sinal se você vai dizer sim, porque estou fodidamente aterrorizado. - eu ri com a rua definição em meio as lagrimas. Segurei seu rosto e o selei, longo e demoradamente.
Louis segurou minha mão e afastou seu corpo do meu, ajoelhando-se em meio ás flores.
- Jessie Goulding, você aceita ser minha para sempre? Digo, casar-se comigo, agora mesmo? - apontou para o altar ainda com seu ar de brincadeira e um sorriso entre os lábios
- Eu aceito - sorri e ele se levantou, abraçando-me e correndo comigo em seus braços, fazendo com que flores levantassem com o vento e o movimento.
Ele me deixou no chão só quando estávamos de frente ao altar
Sorri em meio a tanta loucura e peguei sua mão. Nos aproximamos do senhor de branco que nos recebeu com um singelo sorriso, fazendo sinal para que comes sassemos
(...)
- Você, Louis William Tomlinson, aceita Jessie Goulding como sua legitima esposa?
- Aceito.
- Você, Jessie Goulding, aceita Louis William Tomlinson como seu legitimo esposo?
- Sim
- Então, eu os declaro Marido e mulher, até que a morte os separe.
Louis me abraçou, envolvendo meus lábios com os seus no beijo mais apaixonado que eu ja havia tido.
- Por toda a eternidade - Louis sussurrou em meu ouvido.
Pois, assim como ele, eu sabia que não seria a morte que nos separaria.

 Heeeey girls! Bom, esse é o penultimo capitulo, o que estão achando? comentem! volto depois com
Story of my life! beijinhos <3

Feel the love - 1°temporada - Capítulo 7 - "Boa Noite"

Feel the love - 1°temporada - Capítulo 7 - "Boa Noite"

O senhor Styles está de volta \O/

Link do ultimo capítulo: AQUI

           "Ótimo, agora eu voltaria para o jardim onde Sr. Styles  estava me esperando."
                                                                    ***
O Carro com Kyle  partiu enquanto uma só palavra ecoava em minha mente: STYLES.
Respirei fundo e caminhei em cima dos meus saltos para, de volta, ao jardim.
Foi quando eu o avistei e em segundos me arrependi de não ter voltado para casa com Kyle enquanto pude.
Ele estava em pé, encostado sobre a mesa, agora vazia, com uma taça de champagne nas mãos e seus olhos fixos em mim, como se eles nunca houvessem sido desviados.
Porque ele tinha que ser tão... terrivelmente sexy?
Me aproximei com um sorriso forçado, tentando me equilibrar em minhas pernas gelatinosas.
Ele deu um ultimo gole na bebida, colocando a taça quase completa sobre a mesa. Dirigindo-se a mim como um leão dirigi-se a uma presa.  Quieto e sorrateiramente, apenas esperando para... Droga! concentre-se Mariana!
- Você voltou - ele disse num tom surpreso e cômico. Um dos tons que eu ainda não havia visto em Harry.
- Eu disse que voltaria
- eu tinha minhas duvidas- ele passava os dedos pelo queixo com um leve sorriso torto e junto a ele duas esmeraldas brilhando em seus olhos.
- Duvidas? Porque?
Sua feição divertida fechou-se em questão de segundos, quase que imediatamente. Oh Deus, o que foi que eu fiz?
- Eu gosto dessa musica, quer dançar? - Ele disse num tom sério
Oh droga, que porra ele estava fazendo? Essa mudança de humor repentina me assusta.
- Ora. Você quer que eu pague por essa também? - ele parecia irritado junto com o meu olhar de indignação. Quem ele pensa que eu sou?! - Droga, não foi isso que eu quis dizer... - ele parecia impenetravel e perturbado.
- Tudo bem... - olhei para o chão.
- A musica ja está acabando... decida-se. - aquilo foi quase uma ordem
Ele estendeu a mão e eu a peguei, sentindo seu toque firme e macio
Mais uma vez nos caminhamos para o meio da pista
- Eloise me disse muito bem de você. - ele disse próximo ao meu ouvido
- Ela costuma exagerar...
- Dessa vez não. - Ele foi firme.
- E o que ela disse?
- A quanto tempo ela é casada com Benjamin? - ele desconversou.
- Você pode, por favor, responder a minha pergunta? - O olhei fixo.
- Qual delas? - sua mão era firme no fim de minha coluna.
Eu o fitei por alguns segundos e ele riu abafado.
- uma boa menina, inteligente, descontraída, competente... - ele disse como forma de resposta - nada muito relevante. - deu de ombros.
- E o que é relevante para você?
- Eu vou descobrir. - ele completou deixando o tom misterioso pairando sobre nós.
A musica estava nos seus últimos segundos, nós nos mantivemos calados até que ela acabasse.
- 2 anos. - respondi antes que ele soltasse seus braços de mim e caminhássemos de volta à mesa.
- E seu pai? - ele disse baixo e reservado
- O meu pai vive em São Francisco. Nós mantemos contado por telefone. - ele fitou minhas mãos por um longo tempo.
- Benjamim parece um bom homem. - concluiu
- Sim, ele é. - concordei.- Mas e sua família? Porque não vieram?
- Acho que ja está na hora de irmos... - ele olhou o relógio em seu pulso logo em seguida se levantando - tenho uma reunião bem cedo amanhã. Vamos?
- Amanhã é sábado - disse enquanto me levantava. - Vamos.
- Um CEO não trabalha apenas de segunda a sexta Srta. Stevens. - ele disse superior  enquanto dobrou o braço para eu eu pegasse.
Eu me calei, acompanhando-o até o carro parado de frente a casa. Ele abriu a porta para que eu entrasse, entrando logo em seguida.
O carro partiu e ele me olhava por longos segundos sem nem piscar. Eu ainda esperava uma resposta a minha pergunta sobre sua família.
Resposta essa que não me foi concedida.
O carro parou, ele desceu e abriu a porta para que eu saísse.
- Está em casa Srta. Stevens. - ele disse frio.
- Obrigada Sr. Styles. - Respondi com a mesma frieza.
Ele fez um pequeno gesto com a cabeça e entrou no carro novamente. Partindo.
Tá legal, esse era o cara mais estranho, bipolar, enigmático e interessante que eu ja havia conhecido.
Entrei no p´redio e ainda no elevador senti meu celular vibrar. Era um e-mail.

De: Harry Styles
Assunto: Noite.
Data: 19 de julho de 2014   23:45
Para: Mariana Stevens.

Uma boa noite, senhorita Stevens.

Harry Styles
CEO, Styles Enterprise Adversiting

Assustada, mandei de imediato:

De: Mariana Stevens
Assunto: Como?
Data: 19 de julho de 2014   23:46
Para: Harry Styles.

Posso saber como consegui o meu numero, Sr. Styles?
Ou essa vai ser mais uma pergunta sem resposta?

Mariana Stevens.

O elevador chegou, entrei em casa e estava tudo vazio e quieto. Kyle estava jogado sobre sua cama, dormindo. E eu me dirigi diretamente para o meu quarto.
Tirei os meus sapatos e antes que jogasse a bolsa sobre a cama pude sentir o meu celular novamente

De: Harry Styles
Assunto: Muito obrigada talvez?
Data: 19 de julho de 2014   23:49
Para: Mariana Stevens

Eloise colocou seu numero na minha agenda, Sta Stevens."

Harry Styles
CEO, Styles Enterprise Adversiting

Re:
De:: Mariana Stevens
Assunto: Desculpe.
Data: 19 de julho de 2014   23:49
Para: Harry Styles.

Ah, claro. Ok. Uma boa noite, senhor Styles."

Mariana Stevens.


Hey Bebês! Como vocês estão? bom, aqui tá o capitulo de feel the love, eu tô amando escrever essa fic, ja adiantei bastante e tenho capitulos escritos... mais tarde eu volto pra postar Story of my life e Guardian Angel e tambem para deixar avisado sobre como vai funcionar a postagem dos capitulos, beijinhos, amo vocês <3

#Dois anos mini imaginesdirection Homenagem Mari

Heeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey girls! Como eu ja disse antes, eu não voltei aqui ontem pq eu passei mal :/ mas já estou bem, ok? Bom, eu tenho um video, além dos meus capitulos. Então queridas, eu apenas quero agradecer por vocês estarem aqui num dia tão importante... Obrigada!
E nos vemos mais tarde com Feel the love, Guardian Angel e Story of my life ;)


Mini Imagine Louis Tomlinson - Amanda Molina - Angel

Bom dia Girls! Desculpem por não ter terminado de postar ontem, eu passei mal. Estou meio adoentada e ontem não foi um bom doa :/
Bom queridas, eu vou postar esse imagine da Amanda Molina que era pra eu ter postado ontem, desculpa Amanda.
E depois eu venho pra postar Guardian Angel, Feel The Love, Story of my life e a minha homenagem ao #2anosminiimaginesdirection! beijinhos e aqui em baixo está o link do blog da Amanda, beijinhos!

 http://quemamalerimaginescom1d.blogspot.com

Mini Imagine - Angel




A fina garoa caia sobre a grama verdinha do jardim dos fundos, eu estava encostada na madeira tingida de branco, observando e sentindo as finas lágrimas escorrerem pelo meu rosto. Sinto meu coração bater em ritmo fraco, é a pior sensação que eu já senti na minha vida, não poder abraçar aquele que quer, ou dizer um simples “eu te amo”.
Sei que foi um grande erro tê-lo deixando entrar naquele carro no meio da noite, mas ele morreu me amando, e isso minimiza parte da dor que eu sinto por dentro... Mas não toda ela, o resto é domado pelo desespero de procurá-lo na cama e só encontrar lençóis vazios e gelados, ali apresentando apenas o seu cheiro.
Nas noites frias ele costumava me abraçar forte, dizer que me amava e que um dia iria casar comigo, mas seus planos nunca deram certos e por fim aqui estou eu, sendo escrava da minha própria dor, sendo escrava de algo que não existe mais, e algo que agora voltou a ser apenas pó.
Ele se tornou uma parte de mim, e infelizmente eu tive que deixá-la ir, mas ele voltará, para me levar com ele, para um lugar onde nada de ruim aconteça, onde tudo seria perfeito, onde tudo daria certo, coisas que não acontecem aqui, bem ao contrário, tudo o que é bom passa, e passa muito rápido.
Quando termino esse discurso mental percebo que as lágrimas eram demais para meus olhos, mas eu não tinha capacidade nenhuma de fazê-las parar, por que era uma forma de jogar tudo pra fora, mas em questão de segundos tudo voltava, e eu me sentia cada vez pior.
A frase “ele havia ido” não saia da minha cabeça por momento algum, eu sentia que haviam retirado uma parte de mim, e por isso, agora eu me tornará fraca, fraca ao ponto de não conseguir mais chorar, mas elas viam sem fazer esforço mental ou físico.
Tudo em volta de mim parecia congelado, e o único ser em movimento era eu, porém quando eu caio de joelhos sobre a grama molhada, sinto que até eu mesma paro, e apenas os meus olhos se movem, meus ouvidos param de escutar, e partir dali, eu ó escutava as batidas fracas do meu coração.
Fecho os olhos na tentativa de esquecer-se de tudo, na esperança de ter uma amnésia instantânea, mas não, meus olhos se abrem automaticamente, e então uma luz branca os atinge, pisco várias vezes e tento me levantar, sinto algo puxar as minhas mãos, estremeço sentindo o toque macio das mãos do ser que segura às mesmas.
- Abra seus olhos. – A pessoa diz, e lentamente eu abro meus olhos, me forme que percebo que quem me segurava era ele, e enquanto eu arfei, pude ver nos seus olhos, que ele voltaria.

***

Acabo acordando com o barulho alto do som do vizinho, no qual percebo que estava deitada na minha cama, porém a única coisa que me lembrava era que eu estava deitada na grama molhada, eu coço meus olhos enquanto eu olhava a janela, toda borrada pela força das gotas da chuva, o seu chorava, e meu coração também...
Levanto-me, olho em volta, o quarto parecia ser o mesmo, porém, algo parecia fora do lugar; caminho até o banheiro, fecho a porta enquanto olhava meu reflexo no espelho, eu suspiro fechando meus olhos, e quando os abro, tenho certeza que havia visto seus olhos, seus lindos olhos verdes, que por outras vezes pareciam azuis, azuis como água cristalina.
- Definitivamente – Digo sozinha. –, Estou ficando maluca. – Naquele momento eu não conseguia mais chorar, tanto é que pensei que as lágrimas haviam ido embora ou simplesmente se secaram, porém naquela noite mais tarde, elas voltaram, me fazendo me sentir cada vez mais inútil ou talvez fracassada.
Quando a chuva parecia ter dado uma trégua eu estava sentada no para-peito eu olhava pra baixo enquanto sentia as lágrimas invadirem meus olhos novamente, eu ainda não havia entendido dele ter ido embora completamente da minha vida, é tão ruim perder quem você ama.
Fungo enquanto a chuva começava a se tornar cada vez mais forte, eu pulo do para-peito até tocar o chão novamente, eu caminho até minha cama, sento-me e agarro meus joelhos, meus olhos ardiam de tanto chorar, eu não sei qual o motivo que nós humanos choramos, afinal, se até hoje não encontramos um real conceito para dor, por que chorar então?
Uma maneira de tentar se livrar da dor, porém ela avança cada vez mais e acaba te dominando por completo.
Escuto um barulho vindo de baixo, me tirando o transe, enquanto secava as lágrimas abria a porta, desço as escadas rapidamente e abro a porta da cozinha, meus olhos ardem, não poderia ser real, aquilo não era real...
As batidas do meu coração se descompassam enquanto eu não tinha nenhuma reação, eu pisco fortemente meus olhos, minha visão era embaçada, talvez fosse isso, mas eu conseguia enxergá-lo nitidamente, eu gaguejo algumas palavras enquanto ele se aproximava eu caio agarrada aos meus joelhos enquanto eu sentia tocar meus ombros, apesar de querer muito tê-lo de volta, era uma coisa impossível de se acontecer.
Eu respiro fundo enquanto tentava abrir meus olhos, ele estava luminoso, e enquanto ele tocava meu outro ombro eu criei coragem em dizer o seu nome.
- Louis? – Eu pergunto e escuto um trovão alto vindo de fora, eu tremo.
- Abra... – Ele diz. – Abra seus olhos Alysson, e antes de nada, nada é impossível. – Eu respiro fundo, tentando criar forças e então eu consigo, consigo abrir meus olhos.
- Alysson! Acorda! – Uma voz ecoa sobre meus ouvidos, abro meus olhos instantaneamente, salto da cama, eu tomei um susto vindo da minha mãe.
- Mãe! – Exclamo aquele não o melhor meio de se acordar alguém.
- Me desculpe Alysson, você estava novamente falando sozinha, e eu não consegui te acordar, então eu gritei.
- Ótimo, mãe, ótimo. – Respondi rispidamente, enquanto caia sobre as nuvens mais conhecidos com coxões de água.
- Eu só vim pra saber como você estava Aly... – Ela diz.
- Mãe, fica calma, ta tudo bem... – Respondo me enfiando debaixo das cobertas, ainda quentes pelo calor do meu corpo.
- Eu vou fazer seu café da manhã. – Ela comentou, tentando fugir do assunto, por que ela deve saber que eu ainda não estou bem fisicamente e muito menos mentalmente para falar sobre ele, e sobre aquele funeral que arrancou lágrimas do profundo dos meus olhos.
- Mãe, isso não é necessário, eu sei me virar sozinha. – Digo enquanto sentava-me na cama, em constante movimento.
- Eu sei que sabe... Mas eu quero. – Ela diz convectiva, evapora do quarto tão rápido quanto entrou.
Por alguns minutos o quarto continua silencioso, dês da ultima palavra dita, o único som que apresentava era da minha respiração, no qual era fraca, eu fecho meus olhos, sentindo-os arder, acabo me lembrando daquele sonho, ou talvez pesadelo, eu não sei o que isso queria dizer, mas... Mas... Por quê?
Segundos depois que tenho esse pensamente insano, eu caminho até o banheiro gradativamente, faço a minha higiene enquanto aquelas palavras não saiam da minha cabeça, era a pior forma de eu lembrar ele, por que... Por mais que seja um sonho, parecia ser real.
Um moletom cobria a minha pele do frio que se alojava no andar de baixo. Caminho até a cozinha, minha mãe lá estava, a beira do fogão, sento-me lentamente a mesa, ainda pensando, porém quando ouço minha mãe me chamar, saiu do tranze, vendo panquecas na minha frente, por mais eu amasse panquecas, aquela não era uma boa hora para elas.

***

Mais tarde naquela manhã, depois que minha mãe foi resolver algumas coisas enquanto eu apenas assistia algo na televisão, a campainha toca, eu não tinha o mínimo desejo de levantar-me e me direcionar a porta, porém, após reconhecer aquela voz, meu corpo pula “animadamente” enquanto eu corria para abrir a porta.
- Niall! – Exclamo já sentindo o envolvimento de seus braços em torno da minha cintura.
- Olá menina sonhadora. – Era assim que ele me chamava, apesar de deixá-lo me chamar assim, eu não entendia a causa.
- Que bom que veio. – Digo enquanto nos soltamos.
- Eu não estou lidando bem com isso, imagino que você também não. – Ele fecha a porta, fazendo o mínimo de barulho possível.
- É você está correto, não tem sido possível controlar minhas lágrimas. – As palavras saem da minha boca enquanto caminho até o sofá e sento-me sobre o mesmo.
- Eu sinto muito Alysson, a culpa não é de ninguém, muito menos sua... – Ele me abraça pela cintura.
- Niall, a culpa é minha, e não há nada que eu possa fazer para mudar o meu passado, muito presente. – Sinto pena de mim mesma, lamentando-me por dentro a cada palavra que saiu da minha boca.
- Não repita isso novamente –, Niall disse. – A culpa não é sua, ela não pertence a ninguém. – Ele finaliza.
- Pena que eu penso muito diferente... Niall, se não importa eu não prefiro comentar a respeito disso. – Escuto minha própria voz se tornar embargada, não é fácil, para ninguém sentir o que eu sinto.
Niall assentiu, enquanto carrega seus pulmões de ar para falar novamente.
- Sabe por que eu a chamo de garota sonhadora? – Ele pergunta, meu rosto é carregado por curiosidade, sempre quis saber, mas nunca consegui perguntar.
- Por quê? – Pergunto erguendo meus olhos aos seus, casualmente parecidos com os de Louis.
- Por que eu sempre acreditei que você pudesse transformar a dor em esperança... Todas as vezes que eu subia para meu quarto, angustiado com qualquer coisa repentina do dia-a-dia, e eu via você do outro lado da janela, escutando os gritos vindos do andar de baixo, toda encolhida atrás da porta, chorando cada vez mais, eu via uma garota triste, porém eu sabia que sua felicidade estava escondida em algum lugar aqui. – Niall aponta a meu peito, onde nossos corações batem. – E quando você me viu escondido na janela te observando chorar, invés de se esconder de mim, você não o fez, você abriu um grande sorriso, a ver que a partir dali nós nunca nos separaríamos um do outro... E eu sempre acreditei que você pudesse transformar a dor em esperança. – Ele repete a frase, eu sinto meu rosto completamente encharcado, quando Niall me viu pela primeira vez chorando eu não era bem uma filha pra lá de especial ou perfeita, eu apenas fazia as coisas do meu jeito, ignorando qualquer outra solução vinda de outra pessoa que não fosse eu própria. Naquele mesmo ano, meus pais assinaram alguns papéis relacionados ao divorcio, e até hoje, eu me sinto culpada pelo mau desempenho na relação deles. – E... Quando eu a vejo assim, eu sinto necessidade de fazê-la sorrir... Nem fosse um sorriso fraco ou talvez forçado, por que Alysson... Nem tudo como a gente quer, e sim como precisamos.
Aquelas palavras perfuraram o meu coração, com se fosse uma espada... Então, eu precisava perder quem eu realmente amava para que eu percebesse o quanto eu estava errada e precisava transformar meus erros em coisas certas, era isso o que sempre faltou a mim, tomar a atitude certa.

***

- Obrigada Niall, obrigada por tudo... – Digo enquanto o apertava cada vez mais.
- Foi uma honra garota sonhadora, e, nunca se esqueça que eu sempre, sempre, sempre e sempre, vou estar aqui, mentalmente ou fisicamente, para ajudar no que der e vier.
- Eu sei que sempre estará – Sorrio fracamente, - Meu anjo da guarda. – Digo enquanto ele depositava um beijo na minha testa.
- Adeus Alysson, se cuide... Enquanto eu estiver fora. – Aquelas palavras entram pelos meus ouvidos, mas elas não são compreendidas de forma qualquer, fora? Ele não me disse que iria embora.
- Fora? – Pergunto confusa, enquanto caminhava pela varanda, vendo-o se afastar.
- Sim, fora... – Ele diz. – Mas eu estarei com você. – Ele diz, sorrindo, eu sorrio de volta. – Sempre sorria Alysson, assim eu nunca te deixaria sozinha.
Sem perceber, um sorriso se abre, Niall desaparece dentro de seu carro, enquanto eu voltava a casa, vendo como tudo era vazio o silencioso.
As suas palavras realmente me tocaram, e nem que seja a única coisa que eu faça, eu preciso consertar as coisas.
Subo as escadas desesperadamente, visto alguma roupa um tanto decente, para que eu pudesse sair, coloco uma calça jeans desbotada, uma sapatilha, uma camiseta escura e um cardigan por cima, pego meu celular, deposito o mesmo dentro do meu bolso, empurro a porta do quarto, enquanto descia as escadas, piso as sapatilhas ao chão do andar de baixo, observando algo brilhar sobre a mesinha de centro, eu me aproximo, pisco algumas vezes, era uma corrente, com um bilhete escrito, tateio o bilhete enquanto me pus a lê-lo.
“Fique com isso, é como mérito por ter me ajudado a ser melhor, você sabe do que eu estou dizendo Alysson, agora você deve saber quem eu sou...”
“Niall Horan, mais chamado de seu Anjo da Guarda...”
A estrutura da corrente tinha certos pontos que brilhavam mais que outros, e o pingente que se pendurava era uma estrela, uma estrela de tamanha média, ela parecia ter uma abertura, com umas das mãos segurava o pingente, e a outra, fazia-o abrir, facilmente ele abre.
Dentro da estrela era possível colocar duas fotos, olhos ao meu colo, onde uma corrente de coração se encontrava caída entre meus seios, eu abro o coração tirando de dentro duas fotos, uma delas era meus pais, muito antes do divórcio, e a outra era uma foto de Louis, Niall e eu, na festa de natal do ano retrasado.
Eu suspiro profundamente enquanto me direcionava até a porta, tendo em mente tudo o que eu tinha que fazer e dizer, todas aquelas coisas ruins agora iram ser consertadas, tudo que um dia foi errado e angustia dor, hoje se tornará bom, e tecnicamente correto.

***

- Mamãe? – pergunto enquanto adentrava seu apartamento, usando a chave reserva que ela sempre deixava debaixo do carpete, o apartamento estava silencioso, a maioria das luzes estavam apagadas, e a luz fraca da varanda estava acessa, antes mesmo de estar lá, eu tinha certeza de que ela estava lá, pois, a maioria das vezes que eu vinha aqui, ela se encontrava, tragando alguns cigarros na varanda, minha mãe não é fumante, mas ela costumava fumar quando mais nova, e às vezes quando seu estava emocional não se encontra estável, ela gosta de tragar alguns, mas eu ainda não entendi o porquê, fumar não é uma das melhores coisas para se fazer não se encontra muito bem...
E o que eu posso dizer sobre ela? Esses dias as únicas coisas que tenho feito foram:
*Chorar.
*Dormir.
*Chorar  novamente.
*Lamentar-me de qualquer coisa ruim, além de sua morte.
- Mamãe? – Pergunto novamente enquanto encostava minhas mãos no para-peito da varanda.
- Alysson? – Ela pergunta. – O que veio fazer aqui? – Ela pergunta, tentando esconder o cigarro entrelaçado em seus dedos, porém, a fumaça continuara a sair.
- Mãe, não precisa esconder. – Digo olhando-a nos olhos.
- Me desculpe, eu não consegui evitar. – Ela se desculpa, jogando o cigarro fora.
- Tudo bem – Digo acariciando minha mão esquerda sobre seu braço. –, Mãe, eu preciso conversar com você, é uma coisa importante.
- Sobre o que? – Ela pergunta.
- É sobre tudo... – Abaixo minha cabeça.
- Tudo o que? Alysson, aonde quer chegar?
- Mamãe, fica calma?
- Tudo bem. – Sua visão se volta ao horizonte.
- Então, hoje Niall veio lá em casa depois que você saiu. E nós conversamos sobre algumas coisas.
- Sim, vá direto ao ponto, querida. – Ela responde já me observando novamente.
- Então mamãe, se lembra de quando você e o papai se... Separam? – Pergunto.
- Como não esquecer... Mas por que você pergunta isso?
- Enfim mamãe, eu sei que tudo o que aconteceu com vocês foi culpa minha, eu era ignorante, eu não ligava para o que diziam a mim, e aqui estou eu, deprimida e acabada, por que meu noivo morreu! Mamãe, eu nunca irei esquecer-me do dia em que eu mandei vocês dois calarem a boca, pois eu não agüentava mais ouvir as suas vozes, ou então, quando você ficou grávida do Gregory, e eu disse que... Disse que... – Um nó se forma na minha garganta, eu não conseguia mais pronunciar uma palavra sequer, apenas deixei as lágrimas formadas anteriormente, no qual eu não as deixei cair, agora elas deixam meu rosto cada vez mais molhado com lágrimas de remorso. Mamãe me abraça enquanto me apertava fortemente. – E eu disse que “Pra que mais um filho sendo que não dão atenção a um que vocês já têm”. Mamãe, eu sinto muito, eu nunca quis que vocês dois separassem, pelo contrário, eu só queria ser normal, eu queria uma família normal, e eu só consegui descobrir a quanto errada eu fui quando Deus tirou Louis de mim... – Finalizo meu discurso, intercalando soluços e fungos.
- Alysson, acalme-se – Ela diz. –, Nada disso foi culpa sua meu amor...
- É claro que foi! Se eu não fizesse isso, vocês ainda estariam juntos e... Você poderia ter cuidado dele antes que...
- Alysson, seu pai e eu nos separamos por que... Ele... Ele havia me traído com Jade. Nunca foi culpa sua, e nunca será, acreditávamos que era só uma fase, e você ficaria melhor...
- Me desculpe mamãe, me desculpe... – Nos soltamos, enquanto eu enxugava minhas lágrimas.
- Está tudo bem – Ela diz. –, Quer ficar para o jantar? – Ela pergunta enquanto eu fungava.
- Não mamãe, eu ainda tenho duas coisas a fazer. – Recuso o seu convite enquanto me direcionava até a porta.
- O que mais tem que fazer?
- Eu te explico mais tarde, agora eu preciso ir.
Ela assentiu silenciosamente.
- Eu te amo ok – Digo. –, Amo muito.
- Eu também...
Em poucos segundos eu já adentrei ao carro, me direcionando lugar onde ele estava, ou melhor, dizendo onde os dois estavam.

***

O carro estava estacionado na Rua 45, esquina com a Avenida, pouco movimentada, eu ainda não entendi por que a chamam de avenida se poucos carros passam por ela, talvez, este lugar não trouxesse lembranças muito boas.
Caminho lentamente em direção a entrada, sentindo calafrios, só lembrar a última vez que pisei neste local.
O céu estava escuro, rodeado de nuvens de chuva, eu deveria apresar-me, pois se demorasse, chegaria a casa, ensopada. O portão estava entreaberto, eu empurro o mesmo, enquanto o mesmo rangia, dou alguns passos, caminhando entre as lápides, procurando pela do meu pai, no qual eu não me lembrava muito bem onde se encontrava. A única coisa que eu me lembrava era que ficava no final do último corredor, então eu caminho até lá sem demora.
Vários nomes iam passando, Jonathan, John, Lisa, Elizabeth, Isabel... Paul... E por fim Carter.
Fico admirando sua lapide enquanto pensando em algo que eu posso lhe dizer.
- Papai? – Pergunto me aproximando, ajoelhando sobre a grama. – Você está ai? Bom, por mais que não esteja escutando o que eu quero te dizer eu... Eu sei que demorei muito a vir aqui, eu sei que pode ser tarde demais, mas... Eu quero consertar as coisas, e o único meio é dizendo perdão, perdão pelas minhas faltas, perdão por não te ouvir... – Alguns minutos de silêncio deixam o meu cérebro pensar, e então eu prossigo depois de alguns segundos. – Pai, eu te amo... E é uma pena que...  – Alguém me interrompe.
Eu me viro no mesmo momento, meu rosto tem uma feição que no qual não tenho certeza se era normal, eu estava apavorada, Louis estava morto, e eu ainda não entendi o porquê disso acontecer.
- Pena que percebeu isso só agora, Alysson.
- Louis?! – Eu pergunto, querendo saber como, e por que ele estava ali, não era real, deveria ser mais uns dos meus pesadelos, porém quando ele disse que aquilo era real, eu caio por mim mesma, Niall é meu anjo guardião, Louis se transformou em um, e o mínimo que eu posso fazer, é acreditar, acreditar que tudo o que estou vendo é a mais pura realidade.
- Alysson, eu sei que pra você isso pode ser impossível, mais é se você crer. Eu te amo Alysson, e quero que siga sua vida, e como se eu fosse apenas uma lembrança.
- Você não pode ser lembrado como uma lembrança! Louis você era meu noivo, como posso te esquecer assim! – Quando me dou conta, eu deveria mesmo ter enlouquecido, a sua imagem na minha cabeça era tão perfeita que eu não consegui vê-lo partir, e foi então que eu percebi que era apenas um simples pesadelo.
- Alysso, o que é isso? – Ele pergunta.
- Estou tentando acordar do meu pesadelo.
- Acha que sou um pesadelo?
- Você está morto! – Sinto que ele toca em meus braços. – Não me toca.
- Alysson, viu o que acaba de fazer? – Ele torna o ruma da conversa muito distante do que era antes.
- O que?
- Estava pedindo perdão a seu pai.
- E o que isso tem a ver com você estar aqui?
- Tudo Alysson, eu só quero te mostrar que não é preciso perder alguém para que possa entender o verdadeiro sentido de amar.
Eu fico sem palavras.
- Pode acordar de seu pesadelo Alysson, porém, torne as coisas diferentes. – Eu sinto algo me puxando, porém que não queria ir embora dali era Louis e por mais que ele estivesse morto eu queria tê-lo por perto, do meu lado, e dizendo o quanto me ama.

O sol bate conta meus olhos, estava de manhã, e eu acabo me lembrando automaticamente de que eu havia sonhado, reparo bem, eram seus olhos que estava sobre os meus, era Louis, no momento eu tive nenhuma reação, apenas ficar observando seus olhos.
- Pessoas como você merecem uma nova chance, Alysson.
- O que?
- Você conseguiu reverter tudo, agora você esta comigo, e não a nada que nos separe... Eu te amo, garota sonhadora.
- Eu... Eu... Te amo também, eu te amo muito... – Digo.
E foi assim que eu percebi que eu anjo havia me tocado, e por causa dele, tudo agora é perfeito, lindo e maravilhoso, por que eu consegui me perdoar, e agora eu percebi que consigo transformar a dor em esperança...

#2anosminiimaginesdirection- Homenagens Babi - foto, video e imagine

#2anosminiimaginesdirection- 
Homenagens Babi - foto, video e imagine





“Como eu sonhei pra gente…”



Acordei do meu lindo jeito só pra dar uma variada... Cedo num sábado... Viva!
Mas... Espera... Haha, quase me esqueço. Hoje não vai ser um sábado normal. Vai ser um sábado hiper especial! Não acredito que quase esqueci.
Pulei da cama (Literalmente), e corri em direção ao armário... Hum.. O que eu ia usar pra hoje? 10 anos atrás... Justo nesse dia, lembro que tinha prometido usar Tons de vermelho e rosa. O painel do blog estava assim na época. *.* Então, camiseta rosa claro e saia vermelha. PERFEITO!   Vesti-me rapidinho e fui direto pro elevador. Térreo era minha parada. Hoje, nada de carro, só táxi. Mas... Antes de pegar um, eu tinha que no mínimo pegar meu café. Parei no Starbucks da esquina e fiz o meu pedido. Nos 5 minutos em que esperei, meus pensamentos foram longe...
“Naquela época, Starbucks era o nosso sonho de consumo onde conheceríamos algum daqueles garotos. Ou talvez os cinco! Haha. É... Passou mesmo muito rápido.”
Meu pedido então chegou e o levei na minha sacola pra viagem até o ponto de táxi. Mais uma vez meus pensamentos viajaram...
“Sonhávamos entrar no mesmo táxi que eles. Ou fugir depois de uma “briga de casal” 
Ri lembrando... Eram mais ou menos esses acontecimentos em nossas FanFics. Chamei um táxi, entrei, e nele fui tomando o meu café. Parei perto da redação, mas antes deixei uma coisa no correio.  Então fui até o prédio da redação. O que eu virei? Haha, jornalista. Blogueira nos horários vagos, mas agora estou no meu sonho trabalhando com revistas juvenis. Tenho entrevistado famosos, feito editoriais de moda e... Escrito assuntos diversos na minha coluna.
E bem... A Edição do mês está sendo enviada agora cedo pra todas as bancas da cidade. Em breve do Estado... E até mesmo outras partes do país. E o que tem na minha coluna? Estou falando nada mais nada menos do que do grande encontro que teremos hoje. Sessão de autógrafos com ninguém mais ninguém menos que a minha escritora preferida desde... Uns 12 anos! A própria Mari. Ou Maah. Ou Maricute. Isso depende do seu grau de parentesco com ela. No meu caso... Somos amigas. Muita coisa né? Então.
Mais um livro pronto, que claro, eu já tive chance de ler, e elogiar muuuuito na minha coluna. Já tenho até meu exemplar. Vão estar lá todos os fãs dela. E tenho certeza, que principalmente por ser HOJE, ela está ainda mais feliz. Tanto quanto eu.
Estava tudo certo pela redação. Um telefonema. O Telefonema! Atendi toda feliz... Quase enrolei meu inglês. 19:00? Perfeito. Per-Fect! Esse dia só ia ficar melhor não é?
Pulei da minha mesa (novamente literalmente), e saí mandando um beijo e abraços pra todos. Cada um me desejando boa sorte. E segui pelo grande corredor... E isso novamente me lembrou outro momento...
“Os finais das Fics mais comuns... Ao menos aquelas mais felizes. Seguíamos pelo enorme corredor de uma igreja a encontro de um deles. Olhávamos nossos “parentes”, “amigos”. Normalmente, era nessa hora em que chorávamos na história.”
Sorri lembrando. Escrever era nossa paixão. Até mesmo nos momentos complicados.
Quando vi, já tinha atravessado o corredor inteiro. Cheguei ao elevador. Desci. Olhei as horas: 8:53h. A sessão começava as 10h00h. Mas, eu tinha que buscar uma pessoa, primeiro. Ahhhh Essa não podia faltar mesmo.
Mandei mensagem avisando que já chegava. Peguei mais um táxi e fui de encontro à segunda parada do dia. E como eu estava inspirada... Lá fui eu lembrar mais algum “episódio”:
“Eram nessas horas do imagine que fugíamos pra casa das amigas. Às vezes íamos sair. Outras íamos nos arrumar. Em algum momento da história, elas estavam lá pra ajudar ou até atrapalhar com o Boy.”
Quando parei de sorrir lembrando, já tínhamos chegado. Pedi pra que ele esperasse em frente porque ia ter que continuar a corrida. Desci, e dei uma andadinha até a frente da portaria. Pedi pra chamarem ela. Esperei, e me avisaram que ela já estava descendo. Okay, okay... “Ela QUEM?”, não é? Ora, ninguém mais ninguém menos que a minha aliada, minha amiga, também Mrs. Malik: Lary. Laah. Laryssa. Aí... Também depende sabe. Risos.
E lá vinha ela, no estilo de sempre. Haha. Essa é a Laryssa de sempre.
-Certo Bárbara. Além do fato de eu ter acordado cedo pra me arrumar, eu ainda tive que fazer essa “malinha pequena pra uma noite” que você disse. Só quero saber, se era pra ser pequena mesmo, ou eu vou chegar nesse “lugar” e precisar de mais roupas.
-Hahaha, não Lary. Tá bom. Só pra amanhã mesmo. Mas continua surpresa então nem pergunte. – cheguei mais perto dela – Mas, hey... Parabéns! – abracei-a.
-Awn, cara. 12 anos! Lembro da gente comemorando o de cinco anos e...
-Sim, sim. Mas não esquece! Desentendida. Nem lembra que dia é hoje. Pra gente, é só o dia da estréia principal do livro. E só.
-Aham. E tenho certeza que isso faz parte da sua “Surpresa”. – sorri.
-Ah, pode apostar que sim. – rimos. – Vem ou chegamos atrasadas. – puxei Lary.
-Calma mulher, eu to de salto! – ri com seu comentário e entramos no táxi. 9:30! Ah Josh! Hahahaha. Ri de novo. Josh... Meu baterista preferido. Ai voltei à tona novamente, e dei o endereço completo da livraria. Pedi pra que ele fosse rápido. No caminho fui ensaiando com a Lary. Ela mais me fazia rir do que ensaiar. Mas já tínhamos o passo-a-passo pronto.
Chegamos, 9:48! Sem ooor.
-Bárbara Liz Silva, eu vou quebrar um salto e jogar na sua cara depois! Mais devagar.
-Laryssa Oliveira, até o fotógrafo que eu chamei já ta ali. Só de ver o tamanho daquela mala dá pra ver que tem uns três saltos a mais. Então, acelera ai.
-Bom, na verdade só tem dois, mas sem problemas. – revirei os olhos rindo. Alcancei a entrada.
– Júnior! Ai que bom! Graças a Deus. Você tá aqui. Obrigada. Olha, preciso que tire foto dos exemplares ali de cima, da mesa onde a Mariane vai dar autógrafos, o cartaz do livro, e a logomarca da livraria. Quando ela chegar você tira foto dela com a primeira fã e depois manda ver do seu jeitinho normal okay? – ele assentiu rindo. Não entendi por que. Virei pra Lary.
-Mulher – disse rindo – tira esse cabelo que não faz parte da tua franja da frente, postura ai, e agora respira. – Obedeci. – Okay. Agora repete comigo: - assenti. – Eu. – Fui repetindo. – Bárbara Liz, vou ficar calma, me virar devagar quando terminar esse juramento e continuar o meu plano com a ajuda da maravilhosa, incrível, magnífica – Modesta, acrescentei. – hunf, Lary. Eu prometo.
-Eu prometo. – repeti. Respirei e quando virei, quase berrei, então respirei de novo e cheguei perto do Júnior. – Foto dela, foto dela! Rápido! – Disse apontando pra ela. Maah. Awn, ela tá tão bonita. Sorridente como sempre. Desceu o resto das escadas e ficou próxima a mesa. Então decidiu falar:
-Eu quero agradecer a vocês que estão hoje comigo, me prestigiando, e me deixando imensamente feliz, por saber que meus livros tem tido resultados positivos. Hoje o dia tem vários motivos pra me deixar feliz, e cada um de vocês é um deles. Muito obrigada! – sorriu. Sentou-se, e começou os autógrafos e perguntas sobre o livro. Fui anotando uns detalhes, entrevistando quem já ia embora todo contente com seu livro autografado, dei uma olhada pra ver se Júnior tava fazendo tudo certinho e sentei perto da Lary, num cantinho conforme o plano. Faltavam duas garotas e percebemos que a Maah já estava no seu momento “Respondo as perguntas, mas continuo com os olhos na mesa”, e essa era nossa deixa.
Entramos atrás da última garota, colocamos nossos livros em cima da mesa. E ainda abaixada ela perguntou: “Olá, qual o nome de vocês?”
-Bem, essa é a Bárbara que você pode escrever Chata Responsável e eu sou a Laryssa e você pode colocar Amiga Diva. – Mari levantou os olhos arregalados depressa. Rimos só com sua expressão, até ela começar a rir também e se levantar.
-Meninas! Achei que vocês não vinham mais.
-O que? Essa daí me fez correr tanto que eu vou ficar três semanas sem ir à Academia. – ri.
-Isso porque fui até a casa dela de táxi. – Mari riu.
-Ah, que bom que vocês vieram. Hoje o dia é tão importante pra mim, vocês sabem. – os olhos cheios de esperança e infelizmente, pra seguir meu plano, nós teríamos que quebrá-la.
-Lógico né? Mais um livro de sucesso, agora é que vai vender mais ainda. Né, Babi?
-Claro, foi um arraso. A próxima edição já tem você e o livro no meio. – sorri. E como eu esperava, a expressão de Mari era calma, porém um tanto perturbada. A boca entreaberta, os olhos ainda esperando uma reação, as mãos juntas... Então ela soltou o ar como se dissesse: “Elas esqueceram.”.  Mas então sorriu fraco e disse:
-Ah... Bem. Nossa, já passa das 13:00. O tempo passou rápido... Eu tô com fome e vocês?
-Ah sim, estou. Acordei bem cedo hoje. Vamos almoçar ali no shopping?
-Vamos, no “Nosso restaurante”- Mari brincou. Íamos tanto nele que já era tradição.
-aham. – veio da voz de Lary.
-Que foi Lary? Quer comer em outro lugar? –perguntei.
-Eu não. Lá é perfeito. Eu só acho que a autorazinha ai esqueceu algo. –Mari fez uma cara de desentendida.
-Me esqueci de que? – Lary levantou a mão e bateu no livro.
-Eu não paguei livro pra vir sem assinatura! – Ri. Mari quase chorava.
-Mas você não pagou pelo livro... – retruquei.
-Pior ainda! Livro ganho sem assinatura? Nada disso. – Mari riu, voltou até a mesa e assinou os dois livros. Então seguimos ao shopping. Almoçamos, rimos, e dava pra ver a falta que “certo assunto” fazia pra Mari. Então terminei o almoço com um novo convite.
-Hoje a noite, eu preciso da presença das duas senhoritas no Outback. Na Matriz dele.
-Aquele enorme? – assenti – Mas pra que? – perguntou Mari.
-Questões lá do trabalho. – olhei rapidamente pra Lary que deu um sorrisinho de canto. – Vocês têm que ir, é importante.
-Tá bem, eu vou. – disse Lary com aquela pitadinha de indiferença pra dar o truque.
-Ah claro, também vou. Mas que horas?
-Às 19:00. Estejam prontas. - E já mais á frente disse: - E bonitas! – Então dei um tchauzinho de longe. Fui direto pra saída C e ali esperei. Lary chegou uns 5 minutos depois.
-Ela tava meio tristonha né? – Concordei.
-Relaxa que isso muda de noite. O taxista largou sua mala no prédio e eu pedi pra colocarem em frente ao Apê. Então vamos pegar outro táxi e ir pra lá. – ela assentiu e fomos. Quando chegamos eram 15:00, vimos um pouco de TV juntas e combinamos mais algumas coisas. Claro, eu tinha minha parte do plano que nem mesmo a Lary sabia. Então fui deixando isso de fora. Passando meia hora ela falou que ia descansar um pouquinho pra irmos mais tarde. Assenti. Isso me daria direito a mais algumas ligações. E Pra minha felicidade, estava tudo mais do que confirmado! Então decidi arrumar minhas roupas, acessórios, etc. Porque a maior convidada da história podia até chegar às 19. Mas eu ia chegar às 18. Ah!!!
A Operação:      #12 AnosMiniImaginesDirection
Começava agora e seria um sucesso!  
                                                  ~~~~~~~~~~~~~~
Lary e eu chegamos ao Outback. Como eu suspeitava aparentemente fechado para os demais visitantes. Mas logo ele abriria mais tarde. Só que para nós, ele abriria naquele momento.
Entramos e eu disse para a Lary me esperar na mesa. Corri para os fundos da cozinha. Lá os pratos preferidos das meninas estavam sendo feitos. Entrada, Salada, prato principal... E a sobremesa ficaria pra depois. Procurei pelo cartaz e perguntei sobre o telão, se estava posicionado direitinho. Todos me garantiram que tudo estava correto. Então relaxei.
Fui até a Lary, e lhe assegurei de que a “Surpresa da Mari” estava pronta. Claro, que ela sabia que não era tudo, mas ficou quieta. Passaram uns 10 minutos e Mari chegou.  Que significa que eu fiquei um bom tempo conferindo tudo. Porém quando ela chegou, já estávamos lá prontinhas, e ainda bem, mais alguns clientes. A maior parte do tempo nós conversamos, a salada veio, a Entrada também, mas eu ainda não havia citado nada sobre “trabalho”. Quando estávamos terminando o Prato principal me levantei. Até mesmo Lary não havia entendido isso porque a Surpresa começava agora:
-Bem meninas, eu chamei vocês aqui, para assuntos de “trabalho”- fiz aspas com as mãos.
-Bárbara o que você... – Lary interrompeu.
-Calma! Continuando... – os outros clientes estavam olhando pra mim, mas apesar da vergonha, continuei. Andei até o local onde o telão estava sendo abaixado e prossegui. – Recebi a missão de arrumar jeitos específicos para a minha coluna na revista, de como as meninas deveriam lembrar a si mesmas e suas amigas de eventos, datas e outros. Muito bem... – algumas imagens aleatórias sobre meninas esquecidas passavam atrás de mim – para isso criei dois tutoriais. Um deles é o “Lembre- se” e o outro é “Lembre sua amiga”. Vou falar do segundo. Alguns itens são básicos, principalmente se for falar de eventos. SMS, mensagens nas redes sociais, ligações, bilhetes, recados. Costumam funcionar assim. Mas com datas, normalmente, é necessário mais atenção. – a cara da Mari nesse momento era de: “Jura? Acho que você esqueceu uma data”. – Então para ajudar a sua amiga com isso, falar pessoalmente seria a melhor maneira. Mas, existem ocasiões como a que estou em que temos que mostrar o contrário. – Quem não estava entendo antes, agora estava desorientado – Se você se lembra do evento, mas sua amiga acha que não, então deixe bem claro pra ela. Um exemplo? Ora, que tal assim: - dei o sinal para os ajudantes, o telão parou de tocar imagens e começou coma música animada favorita das meninas, o grande cartaz saiu de algum canto do teto e ali dizia: “Parabéns pelos 12 Anos de Mini Imagines Direction.
Ahhh pode crer! A cara da Mari nessa hora foi muito melhor que as de antes. Isso porque ela ainda nem havia virado de costas. Esse papel ficou pra Lary, que por sinal, eu também peguei direitinho!
-Bá-Bá_Bár-Bárbara! São eles! São... ELES! – Eles quem? Ora... Quem não podia faltar num imagine de uma Directioner. Explicando mais detalhadamente, a entrevista que eu esperei por tanto tempo chegou. Com os nossos meninos, One Direction.
- Babi, mas você lembrou. Ah. Minha nossa. Mas o que... o que eles estão fazendo aqui? – disse vendo eles virem até nós e Lary sendo... É. Abanada – Como você conseguiu.
-Ah, eles são os Beatles da época. Eles decidiram vir no dia da estréia do livro, aniversário do blog. E como ganhei a Entrevista Especial, quer dizer que temos essa noite e mais dois dias pra levar eles pra conhecer a cidade.
-Dois dias com aquele moreno?! Ah. Matem-me agora. – Acho que a Lary voltou. E, a nossa próxima parada era nosso passeio, pegamos nossas coisas e então...

Acordei. Sim eu. A Bárbara que ainda estuda. Que ainda lê o Blog. Que faz 2 Anos hoje!!!
Um sonho lindo né? Podia não acabar. Mas tinha. Porque eu precisava contar, imaginar daqui pra frente,
Um futuro desses seria bom? Seria assim? Vamos conhecer eles desse jeito?
 Eu ainda estou na minha “Fase Carrot”, então ainda sonho que sim.  Ainda quero.
Mas o que me deixa mais feliz em ter acordado desse sonho, é que pude sorrir de verdade em ver que conheci as meninas que já me fizeram rir, chorar, gritar, ficar nervosa. E parecia tão real...
Pode não ser um imagine com algum dos meninos, mas no momento, me foquei em homenagear esse blog, Que eu quero que cresça, que faca muito sucesso. E as donas dele. Maah, Lary. As ADM’s novas.
E um pouco mais que isso, a amizade que temos com as meninas. Entre Blogueira e leitora. Escritora e admiradora. O blog ainda é novo, meninas, e vocês estão aí pra continuá-lo. Mas essa é uma conquista que fico muito feliz em fazer parte.  É assim mesmo. De pouco em pouco. E é de pouco em pouco que um dia A Gente se Vê!
Essa é pro Blog! #2AnosMiniImaginesDirection
Com muito amor e carinho!
Babi Liz (Malik)



Gente, o video da Babi tá no link abaixo, ok? beijinhos
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