Laser Light – 3ª temporada – Capítulo 20 – Fanfic by Lary

Laser Light – 3ª temporada – Capítulo 20 – Fanfic by Lary
Por que ajudaria?

 Ele está mais forte, malhado. Teu braço está tatuado e seu cabelo com um corte mais ousado. Seu rosto demonstra curiosidade e preocupação, com certeza, já sabe o que houve, e que ela chama por ele como se ainda fossem “almas gêmeas”. Suspiro quando ele se aproxima, com as mãos no bolso da calça jeans preta.
Max: Hey. –Ele diz sem jeito, estendendo a mão pra mim. Observo a mão estendida dele, cogitando com seriedade a possibilidade de não apertá-la, mas sinto um cutucão de Victor, e quando seu chefe te cutuca, você obedece. Aperto, sem muita vontade. – O que foi que houve? Estupraram ela de novo? – Ele pergunta, sério e com normalidade.
Eu: Não sei. Acho que não. Só sei que ela não se lembra dos últimos quatro anos e acha que vocês ainda são namorados. – Ele chacoalha a cabeça de leve.
Max: E o que eu faço? – Pergunta perdido. Dou de ombros.
Eu: Não é problema meu. Ela nem sabe que sou. – Vou sair daquele lugar, sem suportar passar mais um minuto naquela sala ridícula.
Max: Mas você deve explicações a ela também. Não é justo que tirem um pedaço de você e finjam que ele nunca existiu. – Fico em silêncio por um tempo, depois me viro pra ele.
Eu: Por que você não volta com ela? Ela te ama, como amava há quatro anos atrás. O destino está dando a vocês a chance de recomeçar. – Cada uma daquelas palavras é como uma facada em meu peito. Mas o que mais doía, era saber que eram verdadeiras. – Sei que você ainda gosta dela.
Max: Como pode ter tanta certeza? – Olho pra ele em silêncio por um tempo, tomando força pra dizer o que diria a seguir.
Eu: Porque ela significou na sua vida o mesmo que significa na minha: a mulher que te fez esquecer todas as outras. E sei que, por mais que eu tento me afundar na putaria, vou sempre amar (SeuNome).  – Admito e saio dali, entro em meu carro e vou embora sem olhar pra trás.
#(SeuNome) On#
 Por que tudo é tão confuso e estranho?
 Acordo com uma voz suave e gostosa me chamando, abro meus olhos e vejo Max.
Eu: Amor! – Digo animada, pulando nos braços dele e me afundando em seu colo. Ele vacila, meio hesitante em retribuir. Cerro o cenho e tento me lembrar se Max sempre foi durinho assim, e também dessas tatuagens. – Você cortou o cabelo. – Digo preguiçosa, segurando uma mexa de fios entre os dedos e sorrindo. – Eu gostei. Cortou quando? Ontem? Ah, não importa. – Sorrio e me afundo ainda mais em seu colo.
Max: Eu... – Ele diz meio rouco. Suspira. – Senti sua falta. – Diz sincero, erguendo os braços para me rodear e me abraçar de verdade.  – Falta desses cachinhos apaixonantes. – Diz apaixonado, tocando meus cabelos.  – Falta da sua boca. – Sussurra e aperta o dedão direito em meu lábio inferior.  – Do seu corpo único. – Sua voz fica rouca quando ele aperta minha cintura. Eu arregalo os olhos e empurro ele de leve quando desço do seu colo.
Eu: Me leva pra casa? E dorme comigo? Abraçado, pra me proteger dos bichos que mordem.
Max: (SeuNome). – Ele suspira. – Eu e você... A gente... Bem... – Junto minhas sobrancelhas.
Eu: O que foi? – Ele me analisa por um tempo.
Max: Você... Quer ficar comigo? – Cerro o cenho.
Eu: Quero. Sempre quis. Você sabe disso.
Max: Mas e o outro? Quer dizer, os outros?
Eu: Que outros? – Pergunto sem entender. – Só existe você. Sempre existiu. – Admito. – Só... – Coro. – Eu ganhei um beijo de um cara estranho. Não retribui, eu juro. Mas ele tentou me beijar. – Digo envergonhada. – Que cara estranho. – Chacoalho a cabeça. – Mas você me perdoa, não é? – Digo animada.
Max: Eu... – Ele franze as sobrancelhas. – Acho que sim.
Eu: Por que? O que houve? Você... Não me quer? – Minha voz fica frágil. Ele suspira olhando o teto.
Max: Isso é tão difícil...
Eu: O que?
Max: O médico te contou o que houve?
Eu: Meio por cima, e eu não entendi muito bem. Mas... Eu não me lembro de algumas coisas, não é?
Max: Quatro anos, para ser exato. – Diz receoso. Pisco várias vezes, tentando vasculhar minha cabeça.
Eu: É muito tempo. – Digo olhando para o lado, pensando alto.
Max: Sim, é. – Diz baixinho.
Eu: E... Aconteceu muita coisa nesses quatro anos? – Olho pra ele.
Max: Você nem imagina. – Diz suavemente.
De repente tudo faz sentido.
Eu: A gente não é mais um casal? – Pergunto de olhos arregalados. Ele morde o lábio de um jeito que me dá vontade de pular em cima dele e arrancar sua calça com os dentes.
Que isso (SeuNome)?
 Coro com força com o rumo dos meus pensamentos.
Max: Não somos.
Eu: Eu posso... Te perguntar uma coisa?
Max: Claro.
Eu: Eu não sou mais... Virgem? – Pergunto corada.
Max: Não, não é.
Eu: E... Foi você? – Pergunto envergonhada e receosa. Ele olha meu rosto por um tempo. Vejo uma batalha dentro do seu ser passando por seus olhos verde escuros. Como se ele pensasse se deveria dizer ou não.
Max: Fui eu. – Diz finalmente, mas sinto que ele está meio receoso. – Não fique chateada ou magoada comigo. Não importa o que descubra depois... Nunca quis te machucar.  – Ele implora. Assinto, pensando um pouco na vida.
Eu: Eu não tenho mais ninguém. – Digo baixinho, pensando alto.
Max: Na verdade. – Ele pega minha mão. – Eu nunca deixei de ser seu. – Diz suavemente. Arregalo os olhos e ele sorri. – Mas agora tem alguém. Um outro alguém. Eu... Vou ser pai. – Diz orgulhoso. Tento sorrir.
Eu: Parabéns! Pra você e pra... Ela. Quem é ela? – Ele suspira.
Max: Uma mulher que eu conheci tem um tempo atrás.
Eu: Ah é? E de quanto tempo ela está?
Max: Sete meses e meio. – Fecho os olhos, assentindo com um sorriso.
Eu: E o que ela acha de você sair no meio da noite pra socorrer a ex? – Pergunto divertida.
Max: Ela não sabe. – Pisca, dando de ombros. Abro um sorriso, olhando o lençol e brincando com uma de suas dobrinhas.
Eu: Você deveria voltar pra ela. – Digo baixinho. – Obrigada. Por ter vindo e tudo mais... – Suspiro, contendo as lágrimas. Eu precisava guarda-las pra depois, quando ninguém estivesse olhando. ´
Max: Então... Tudo bem com você? Vai ficar bem? – Assinto, ainda brincando com uma dobrinha do lençol. – Quer que eu te leve pra casa?
Eu: Eu posso ir sozinha, acho.
Max: Você tem que passar a noite aqui e terá alta amanhã de manhã. Passo pra te pegar, posso?
Eu: Eu... Não sei se deveria. – Digo devagar. - Ela pode ficar com ciúmes, e você tem que cuidar da mãe do seu filho.
Max: Bobagem. Passo pra te pegar. – Diz com firmeza. – Só não dormirei aqui porque gosto de observá-la enquanto dorme, caso passe mal ou algo do tipo.
Eu: Tudo bem, Max. Obrigada. – Ele sorri, beija minha testa e sai. Eu me deito de lado na cama, abraço meu travesseiro e durmo. Engolindo as lágrimas que tentaram tanto rolar por minhas bochechas.
#Niall On#
 Havia tempos em que não me sentia tão bêbado. Minha garganta queimava e eu mal conseguia enxergar. Mas eu não me importava. Não me importava com nada.
Eu perdi meu irmão.
Eu perdi meu pai.  
Eu perdi Toddy.
Eu perdi minha filha.
Eu perdi (SeuNome)! 
 Coloco a garrafa de whisky em cima do criado mudo, junto com um copo, agora vazio. Deito na cama e abraço o travesseiro onde (SeuNome) dormiu todos os dias que esteve comigo. Aspiro com força seu cheiro daquele pedaço de pano, pensando em como daqui há pouco tempo, ele vai sumir.
Eu: Claro que o cheiro vai embora. Todo mundo vai. Por que ele não iria? – Digo divertido, sentindo minha fala arrastada. – Você deveria parar de beber, Niall. – Pego a garrafa. – Sabe que tem tendência a se viciar. Está no seu sangue... – Ignoro tudo isso e viro a garrafa nos lábios, sem me importar com o copo ou qualquer outra merda. – Isso, seu merda. – Digo com a fala arrastada, observando meu reflexo no espelho de teto. – Afunda e rola na lama de novo.
Tá no inferno, abraça o capeta.
 Abro minha gaveta e tiro de lá do fundo uma caixinha de cigarros, coloco um deles na boca e acendo com um isqueiro. O gosto do tabaco imediatamente invade minha boca, e a nicotina faz meu organismo se acalmar.
Eu: Que Deus me ajude a não voltar a ser um viciado. – Digo com a fala arrastada. Depois dou risada.
Deus nunca me ajudou, por que ajudaria agora?
Fim da terceira temporada.
Continua... 
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Ooooie!
Boa noite. Tudo bem com voces? Espero que sim.
Socorro, esse Niall está me destruindo.
Deixa essa S/N e vem com a Lary, Nini :3
Ela te cuida.
Falta só uma temporada pra acabar LL, já to sentindo falta ÇÇ
Amo voces.
Beijinhos.
Comentem, ok?
- L

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 19 – Fanfic by Lary (:

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 19 – Fanfic by Lary (:
Agora é tarde.

 Derrubo tudo o que eu estava segurando, voa bombom pelo quarto todo.
Eu: Você... – Me aproximo. – Você... – Por que caralhos eu não consigo falar? Ela se encolhe, com medo do homem estranho que dava em cima dela. – Não se lembra?
Ela: Eu deveria? – Pergunta inocentemente.
Ela deveria? 
Eu: Você sabe o porquê de estar aqui? – Os olhinhos brilhantes dela marejam enquanto ela nega. Ela não se lembra do sequestro. Penso um pouco. - E...Você se lembra do Danny? – Ela começa a chorar quando chacoalha a cabeça de novo.
Ela não se lembra do sequestro. Do estupro. 
Isso pode ser bom.
Eu: Mas eu... Eu te amo. E você também me ama. – Digo meio engasgado. Ela cerra o cenho, e minhas mãos formigam de vontade de apertar o pequeno v que se forma entre suas sobrancelhas. Mas ela não me conhece, e se começar a gritar comigo se eu a tocar?
Ela: Você pode... Chamar meu namorado? – Pede, com medo. Arregalo os olhos.
Eu: Que namorado? – Pergunto.
Ela: O nome dele é Maxwell. Ele está aqui, não está? – Ela pisca inocentemente pra mim. – Tenho que contar uma coisa pra ele. – Eu engasgo.
Eu: Maxwell não é seu namorado! – Tento não soar ríspido. Ela cerra o cenho, me fuzilando com os olhos.
Ela: Sai do meu quarto moço, ou eu vou gritar. – Ameaça com a voz contida. Olho aquele rosto, que tenta transmitir raiva e me deixar com medo, mas eu via sua insegurança, seu medo... Solto um longo suspiro, sofrido, machucado. Isso a faz piscar e vacilar no olhar fulminante. Quero dizer a ela que a amo, mas isso não faz sentido agora. Eu deveria ter dito antes. Deveria ter feito amor com ela mais vezes. Deveria ter dito e provado a ela o quanto é importante pra mim.
Deveria...
 Agora é tarde, Niall. Ela não se lembra de você. Tudo o que você se esforçou tanto pra cativar, todo o esforço para conseguir deixar alguém finalmente entrar na sua vida. Tudo isso... Foi por água a baixo. Engulo com força o bolo na minha garganta e chamo um médico. Explico a ele, com a voz fria e contida, o que foi que aconteceu. Ele se aproxima dela, olha seus olhos com uma lanterninha, mede seus batimentos cardíacos, sua pressão...
Médico: Bom Senhor, me parece que ela não se lembra de cerca de quatro anos atrás. Isso acontece muito, mas nós nunca sabemos dizer com clareza o que foi que houve. Pode ser estresse pós traumático. Pode ser que tenha sido culpa do traumatismo craniano. Pode ser que volte. Pode ser que não. Tudo o que podemos fazer é esperar... Sinto muito. – Eu assinto, olhando o chão.
Eu: Vou te dar o telefone de Maxwell, o cara que ela está chamando. – Digo baixo, sem olhar pra ele. – Você pode pedir pra ligarem pra ele e explicar o que foi que houve? Eu poderia fazer isso. Mas ele não fala comigo.
Médico: Claro, tudo bem. – Ele anota o telefone de Maxwell e sai pelos corredores. Eu suspiro, olhando o teto, sentindo uma queimação no fundo dos olhos que não sentia havia tempos.
Ah, eu não vou chorar.
Tá louco?
 Antes que eu pudesse raciocinar, uma lágrima solitária escorre por minha bochecha. Eu a limpo com pressa, prendendo a respiração.
Merda. 
 Entro no banheiro e apoio meus braços na pia, me olhando no espelho dali: Meus cabelos bagunçados e esses malditos olhos azuis que herdei do meu avô estavam vermelhos como se eu tivesse fumado. Como eu odeio esses olhos claros. Transmitem tudo o que sinto numa transparência absurda. Se algo ameaça me tirar do sério, eles escurecem, como uma verdadeira tempestade interior. Se eu estou feliz, eles ficam clarinhos como um céu de verão.
Eu: Merda de vida. – Murmuro, lavando o rosto antes de entrar com cuidado no quarto de (SeuNome), que dormia tranquilamente, abraçada a um travesseiro. Recolhi os bombons, coloquei dentro da caixa e joguei no lixo. Peguei o buquê e observei o rosto dela por um tempo. Me abaixei e, com a maior delicadeza existente no meu ser, beijei sua bochecha de leve. – Obrigado, (SeuNome). Você me fez alguém melhor. – Sussurro. Saio do quarto, a dor do adeus queimando meu peito enquanto desço as escadas. Victor me espera, meio aflito porque, com certeza, já soube do que houve. Jogo o buquê no lixo. – Vamos? – Digo frio, contido e bem baixinho.
Victor: Você não quer esperar? Talvez ela...
Eu: Tudo o que eu não preciso agora é topar com o ex dela que ela acha que é atual. – Digo ríspido e com o maxilar trincado. Suspiro. – Por favor, Victor. – Imploro com a voz frágil.
Victor: Acho que é tarde demais. – Ele murmura. Cerro o cenho.
Eu: Como?
Victor: Quem é aquele cara ali? – Me viro e vejo que realmente era tarde demais:
Maxwell estava entrando na sala. 
Continua...
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Ooi.
Tudo bem com voces? Espero que sim.
Foi maaal pela semana fora.
Mas acontece.
O que estão achando da fic? 
Só falta uma temporada pra acabar </3
Amo voces.
Beijos.
Comentem?
Até amanhã.
Beijinhos da Lary :*

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 18 – Fanfic by Lary :D

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 18 – Fanfic by Lary :D
Quem é?



















Leia ouvindo isso :)))

No caminho pro hospital, no meu ver, tudo foi um borrão. Victor dirige numa velocidade assustadora, enquanto eu converso com (SeuNome) no banco de trás, pensando que talvez isso a fizesse ficar comigo. Ela tem duas paradas cardiorrespiratórias durante o trajeto, e eu faço respiração boca a boca, além de massagem cardíaca, até ela voltar. Meu coração mal bate ao fazer aquilo que eu já havia feito tantas vezes, mas que nunca havia sido de tamanha importância como era naquele momento. Nas duas vezes, quando a ouço tossir baixinho na minha boca, eu relaxo de um jeito extraordinário. Victor tenta conversar comigo, mas eu mal consigo falar. Apenas assinto, falo “Aham” e peço pra ele ir mais rápido. Quando a gente chega e eu entro com ela nos braços, vem um monte de gente pra cima de nós e a pegam do meu colo. Tento ver por sobre aquele monte de gente de branco, mas não consigo e levam ela embora de mim. Fico lá, com a camiseta branca manchada de sangue seco por um tempo, até que Victor vem até mim, coloca a mão no meu ombro e diz que o pior já passou. Meu sangue borbulha.
Eu: Não venha usar suas técnicas em mim! Sabe que eu conheço muito bem todas elas. – Digo ríspido.
Victor: Niall. – Ele me repreende. Eu suspiro, olhando o teto.
Eu: Eu a amo. – Digo baixinho, mais pra mim do que pra ele.
Victor: O que tu disse? – Olho pra ele.
Eu: Eu a amo. Amo a (SeuNome). – Digo devagar, digerindo as palavras. – É isso! Eu a amo! – Digo alegre.
Victor: Você ama. – Diz, meio sem entender. – Diz pra ela.
Eu: Isso! Tenho que dizer pra ela! – Digo animado. – Preciso dizer que jamais vou encontrar alguém como ela e que... Quero me casar com ela! – Victor fica de boca aberta.
Victor: Você quer se casar? – Ele diz meio engasgado.
Eu: Com ela... Com ela eu faço qualquer coisa! Só quero ela, Victor. – Digo com sinceridade.
Victor: Mas que lindo! Nunca pensei que você fosse dizer algo assim.
Eu: Nem eu. Eu só preciso... Que ela saia dali. – Olho em direção ao corredor pra onde levaram ela. – Preciso que ela diga sim.
Victor: Ela não era noiva de outro cara até pouco tempo atrás? – Assinto. – Não vou neeem perguntar!
Eu: Eu... Ela traiu o noivo. Comigo.
Victor: Que sacanagem, Horan! É a propósito, tenho uma bronca pra te dar... Você entrou sozinho naquela casa?! Sabe que isso é idiotice!
Eu: Sai de lá vivo. E sem nenhum machucado.
Victor: Perdemos Toddy a pouco tempo, como eu ficaria se te perdesse também?
Eu: E como eu ficaria se perdesse (SeuNome)?
Victor: Niall. – Ele diz em tom de aviso. Suspiro.
Eu: Cadê minha namorada? – Sussurro, olhando o corredor vazio.
Victor: Essas coisas podem demorar.  Acho que você deve ir pra casa, tomar um banho... Comprar flores e chocolate pra ela. – Penso um pouco sobre isso. – Ela não vai querer você fedido e sujo de sangue. Hesito. – Tudo bem... Eu fico aqui com ela. Te ligo por qualquer notícia.
Eu: Ela vai ficar bem?
Victor: Com certeza. – Diz com calma. Continuo relutante a sair. – Vamos Niall! Você quer fazer isso direito, não que?
Eu: Mais do que já quis qualquer coisa na minha vida. – Murmuro.
Victor: Então faça o que eu digo. Sou casado há trinta anos. Creio que sou meio expert nesses assuntos. – Assinto.
Eu: Obrigada, Victor.
Victor: Sempre que precisar. - Saio dali, meio relutante, vou pra casa. Observo os pingos de sangue no chão, bem menos desesperado do que antes. Tiro minhas roupas e as jogo num saco de lixo, não quero guarda-las como recordação, obrigado. Tomo um banho longo, parando um tempo para pensar em tudo. Nunca pensei que eu ia me apegar a alguém como me apeguei a (SeuNome). Nunca pensei que seria tão dependente, tão fissurado. Mas aconteceu. Eu, Niall James Horan, estou amando uma mulher. E eu não poderia ter escolhido alguém mais doce para amar. E sabe o que mais me deixa abismado? É o fato de ela retribuir esse sentimento, o fato de se entregar por inteiro pra mim. Eu preciso aproveitar isso.
Não posso deixa-la ir embora.
 Saio do banho e me visto com uma camiseta azul e uma calça jeans clara. Desço as escadas de casa, observando o sangue de (SeuNome) e pensando em como aquilo me lembrava doce. Vou a uma loja de doces comprar uma caixa de bombom me perguntando mentalmente qual era o meu problema. Acho uma bem bonitinha, em formato de coração, com duas camadas de bombons de todos os sabores que você possa imaginar. Vou até uma floricultura e compro um buquê de rosas vermelhas.
Viu, Niall? Você pode ser um cara romântico.
 Com um friozinho na barriga, dirijo até o hospital. Victor está lendo um livro.
Eu: Oi. – Digo meio ansioso. Ele levanta os olhos do livro e me mede da cabeça aos pés.
Victor: Você tá levando isso bem a sério. – Mordo o lábio e olho o chão.
Eu: Você... Já foi ver ela?
Victor: Não. Achei que você iria querer ser o primeiro. – Assinto.
Eu: Qual o quarto dela?
Victor: 513, andar 3. – Suspiro.
Eu: Eu vou...
Victor: Boa sorte. – Ergue as sobrancelhas e volta ao livro. Meu mundo começa a rodar bem devagar enquanto subo até o terceiro andar. Ouço minha respiração e meu coração batendo enquanto ando pelo corredor até o quarto 513. Quando entro lá, uma (SeuNome) de olhos arregalados está sentada na cama, olhando vidrada pra um prato de comida. Ela tem ataduras na cabeça e no pescoço, além de uma plaquinha no nariz.
Eu: Meu amor! – Ando até ela. Ela ergue os olhos. – Eu fiquei tão preocupado contigo, desculpa não estar em casa quando você precisou. Eu te amo. – Digo meio sem fôlego. – Desculpa por não ter te dito isso antes. Eu te amo. Te amo tanto... Te quero só pra mim. Pra sempre. Você foi como um anjo que caiu em minha vida, assim, do nada. E eu notei que não ando cuidando muito bem de você. Quero poder fazer isso. Ser seu marido e cuidar de você pelo resto da minha vida. Eu... Eu te amo. E quero me casar com você. – Me inclino pra perto dela, e beijo seus lábios. De início ela se mostra meio relutante, mas cede, me beijando com cuidado e de um jeitinho bem mole. Olho pra ela depois do beijo, e ela continua de olhos arregalados me olhando. – Diz alguma coisa vai. – Peço, ansioso.
Ela: Então você... Me ama? – Diz timidamente.
Eu: Muito. – Ela vira a cabeça para os lados, como se procurasse alguma coisa.
Ela: Posso te perguntar uma coisa? – Ela diz sem me olhar.
Eu: Claro. – Ela ergue os olhos semicerrados pra mim.
Ela: Quem é você? 
Continua...
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Ooooie meninas
Como estão?
Não me matem pelo sumiço.
É que tava cansadinha. E tirei uns dias de folga :P
E aiii? Me parece que a S/N se esqueceu do Nini D:
Eita guria.
Então... É isso.
Até amanhã minhas lindas :*
Comentem?
BjBjBjBjBjBj

Laser Light – 3ª Temporada –Capítulo 17 – Fanfic by Lary :D

Laser Light – 3ª Temporada –Capítulo 17 – Fanfic by Lary :D
Pensar como um bandido.

 Cara, e agora? O que eu faço? Não vou ficar aqui, parado, enquanto alguém machuca minha garota. Quem pode a ter levado?
Maxwell... 
 Pego o celular de (SeuNome) em cima do criado e procuro pelo telefone de Maxwell, começo a ligação e ele atende ao quinto toque:
Max: Alô? – Diz meio rindo, ouço sussurros femininos ao fundo.
Eu: Ham... Oi. – Digo seco. Ele fica em completo silêncio.
Max: Horan? O que quer?
Eu: Eu só queria saber se você tem falado com (SeuNome). – Ouço, novamente, uma voz feminina chamando por ele ao fundo.
Max: Claro que não. – Ele diz rindo, debochado. – Ela saiu da minha vida. Por que? A puritana está te traindo? – Meu sangue ferve e eu conto até dez pra não ir atrás dele naquele exato momento e encher a cara dele de porrada.
Eu: Na verdade, ela sumiu. – Digo frio. – Alguém a sequestrou. – Ele fica em silêncio por um tempo.
Max: De novo? – Sussurra. Suspiro.
Eu: De novo... Não sei o que esses caras veem nela. Tudo bem que ela é linda, mas... Por que só com ela?
Max: Pode ser que eles sejam da mesma laia, mesma gangue... Sei lá. – Diz baixinho. – Não posso te ajudar. Você é o policial. Me mantenha informado.
Eu: Lamento informar, mas não é minha obrigação. – Digo frio e desligo. Que cara idiota!
“Pode ser que eles sejam da mesma laia, mesma gangue...”
 Que pensamento bobo! Não existem “gangues” de estupradores. Eles agem sozinhos. São completamente frios e solitários...
Eles agem sozinhos.  
 Como uma luz, meu pensamento fica claro de repente.
Danny.
 Nunca existiram “caras”, sempre foi um só. Sempre foi ele.
Se eu fosse Danny, pra onde levaria (SeuNome)?
 Uma casa abandonada? Uma construção? Uma casa de campo?
Forço minha mente a pensar e bolar planos, como se eu fosse o bandido. Até que, novamente, uma luz cai sobre meus pensamentos.
Mas é claro!
 Se eu fosse Danny, a levaria pro mesmo lugar que levei da última vez, iria querer terminar o que havia sido interrompido de fazer.
Iria mata-la...
Eu: Merda! – Exclamo correndo pro meu carro com o celular na mão, tentando falar com Victor. Quando ele atende, eu já estou dirigindo como um piloto da Shell, em direção à casa afastada na cidade vizinha onde eu e Toddy encontramos (SeuNome) da última vez, explico tudo pro Victor, tropeçando em minhas próprias palavras, mas graças aos céus, ele é treinado pra entender gente desesperada, e eu não preciso falar duas vezes pra ele me entender e dizer que me seguiria. Eu me sinto em transe, aperto o volante com tanta força que os nós dos meus dedos ficam brancos.
Se algo acontecer com ela... 
Quando chego até aquela vila, paro por cinco minutos, tentando me lembrar de onde era a casa. Fecho meus olhos, vasculhando minha memória, e posso jurar que ouço a voz de Toddy me dando as coordenadas. Suspiro, sussurrando um agradecimento enquanto vou em direção a casa, com muito mais calma pra não fazer barulho e assustar o cara. Quando chego na casa velha, observo as janelas e aguço minha audição, tentando capitar qualquer sinal de (SeuNome).
Mas eu não ouço nada...
 Desço do carro, segurando minha 38 e respirando fundo. Nesse momento, mais do que nunca, sinto falta de Toddy, de sua respiração atrás de mim e de seus passos e movimentos silenciosos. Não é nada inteligente entrar sem proteção num lugar assim, mas eu nem ligo... Não naquele momento. Entro com cuidado na casa escura e tenho vontade de gritar de raiva quando o chão range com meus passos. Subo com cuidado a escada e, assim que piso no segundo andar, tenho vontade de chorar de alegria ao ouvir a respiração de (SeuNome). Sei que é ela, porque é a mesma que ouvi da última vez, os mesmos suspiros assustados e contidos. Com cuidado, caminho até uma porta entreaberta e espio o buraquinho. O que vi, me deixou aliviado, mas ao mesmo tempo horrorizado:
 (SeuNome) com seus cachos bagunçados e maquiagem borrada. Ela estava viva, e isso era um grande alívio. Mas seu rosto estava sujo de sangue, seu narizinho empinado e pequeno com sangue coagulado e todo desfigurado. Duas grandes e grossas listras de sangue escorriam ao lado de sua cabeça, e sua testa tinha finas listrinhas que mais pareciam gotas que escorreram. Sua boca estava machucada e ela olhava pra baixo, assustada e envergonhada. Nesse momento, vejo o filho da puta, e pro meu horror, ele segurava um revólver contra a cabeça dela.
Danny: Moreninha linda... O que você prefere? Que eu coma seu cu ou que te mate? – Ele diz, pairando sobre ela como uma sombra. (SeuNome) fica em silêncio e minhas mãos formigam de vontade de entrar ali e encher o cara de porrada quando ele pega em seus cachos com força, os puxando pra que ela olhe em seu rosto. – Fale comigo quando falo com você. – Diz ríspido. Ela engole com força. Mas não responde. E eu abro um sorriso ao ver que ela é durona. Preciso que Danny vire pra um ângulo melhor, se eu atirar nele, posso sem querer pegar nela. Mas todo o meu auto controle vai pro ralo quando ele pega no cano de seu revólver e dá uma coronhada na sua cabeça. (SeuNome) desmaia e eu entro lá com tudo. Danny mal tem tempo de me ver, porque eu dou um tiro nas pernas do cara, que cai instantaneamente. Como estava segurando o cano do revólver, não tem tempo de virar a arma e atirar, porque eu dou um chute na sua mão. Danny derruba a arma, mas não desiste e tenta pegar com a mão boa, mas, dessa vez, eu dou um tiro na sua mão estendida. Ele geme de dor quando eu dou outro tiro em sua cocha, o mantendo imóvel. Chego perto dele.
Eu: Filho da puta desgraçado! – Rosno e chuto suas bolas. Ele urra, e se encolhe no chão, com a mão segurando o meio das pernas. – Seu verme. – Cuspo na cara dele e vou pra cima de (SeuNome). – Meu anjo. – Sussurro. Ela está grogue. – Meu amor... – A pego no colo.
Danny: Eu fodi seu amor. Tirei o cabaço da sua namorada. – Ele diz baixo do chão. Eu não aguento aquilo, pego minha arma e dou um tiro no meio das suas pernas. Ele grita.
Eu: E não vai foder mais ninguém. – Ele ri.
Danny: Então vamos, me mate. – Diz divertido.
Eu: De jeito nenhum, você não tem noção de como tratam estupradores na cadeia. Vai virar a mulherzinha da sua cela. Sinto muito pelo seu cu. Espero que você saia vivo de dentro da cadeia, o que eu duvido muito. – Digo ácido e saio com (SeuNome) no colo, e é nesse momento que Victor chega com reforços.
Victor: Cadê o cara?
Eu: Tá lá em cima. Eu cuidei dele. – Digo com calma, observando (SeuNome), que deitou sua cabeça no meu ombro e balbuciou alguma coisa.
Victor: Ela tá bem?
Eu: Não sei direito. – Digo meio preocupado. – Tem muito sangue. – Ele toca o pescoço dela.
Victor: Rápido Horan! A pulsação dela está fraca, sua respiração está parando! – Ele diz me empurrando pro carro dele.
Continua... 
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Oooi!
Boa noite!
Tudo bem com vocês? Espero que sim.
Gente, tenho uma semana sem prova agora.
Oh Jesus, aleluia 
Olha, obrigada por cada crítica, cada comentário positivo... Por tudo.
Amo vocês.
Comentem?
Obrigada.
Beijos e até amanhã :*

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 16 – Fanfic by Lary

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 16 – Fanfic by Lary
Totalmente normal.
Danny: Toda cheirosinha e produzida... Você é um sonho. – Me debato, tentando sair dali. Seu aperto fica ainda mais forte. – O que foi, bebê? O que te incomoda? – Grito com força, tentando não engasgar em minhas próprias lágrimas. – Senti falta do anjinho mais puro que já entrou na minha vida. – Uma de suas mãos toca meu baixo ventre. – Ou fui eu que entrei na sua? – Ele diz divertido. As lágrimas quentes escorrem por minhas bochechas. – Oh, não chore, baby. Vai borrar toda sua maquiagem...
Eu: Seu desgraçado! – Grito e cuspo na cara dele. Ele limpa seu rosto num único gesto.
Danny: Ah, sua vadia. O que houve com minha menininha virgem?
Eu: VOCÊ TIROU MINHA VIRGINDADE, NÃO LEMBRA? – Grito com raiva. Por que os vizinhos de Niall são tão distantes? Danny ri baixo.
Danny: Ah, lembro sim. Foi tão gostoso... Você sangrou como um corte em caco de vidro. Foi maravilhoso observar seu sangue escorrendo como seiva de árvore. – Eu engasgo, soluçando.
Eu: SEU MONSTRO! O QUE QUER DE MIM AGORA? – Ele ri baixinho, se preparando para tirar minhas roupas. – Eu não sou mais virgem! – Digo alegre. – Já transei com mais dois caras! Sou totalmente normal!
Danny: Ah, lindinha, você se acha a espertinha, só porque é mais experiente no campo sexual. – Ele vai tirando minha blusa com toda a delicadeza do mundo. – Mas eu tenho certeza absoluta que você ainda é virgem no verso. – Cerro o cenho.
Eu: Verso? – Desisto de tentar impedir que ele tire minhas roupas, esperando que ele fosse desistir ao ver que eu sou normal. Ele me vira com agilidade, me colocando de bunda pra cima na cama.
Danny: Aqui. – Segura minhas nádegas com força. – Tenho certeza que você é virgem aqui. – Sussurra. Eu começo a chorar. Ele ri. Num momento de loucura, tento me debater e me soltar dele, chuto suas pernas e mordo seu braço até arrancar sangue, ele urra e me dá um tapa na cara com tanta força que meu nariz começa a sangrar e a pingar no lençol branquíssimo de Niall. – Vagabunda! – Ele rosna olhando o machucado no seu braço. – Mas vou adorar olhar pro braço e sempre me lembrar de você. – Ele ergue as sobrancelhas num sorriso debochado.
Eu: O que quer de mim? – Digo choramingando e soluçando. Ele abre um sorriso enorme enquanto amarra minhas mãos e meus pés com a mesma corda que usou da última vez, o contato dela com minha pele me trás arrepios e lembranças ruins. Danny me joga sobre os ombros e sai andando, o sangue do meu nariz vai pingando por todo o caminho, já o do braço dele, ele toma todo o cuidado pra não cair e manchar o chão, deixando seu DNA.  – Onde vamos? – Pergunto assim que ele me coloca no banco de trás do carro, que eu não vejo qual modelo é, por estar me sentindo meio zonza.
Danny: Pro mesmo lugar que fomos da última vez. – Ouço o barulho de vidro.
Garrafas de bebida...
Eu: Fazer o que? – Pergunto choramingando.
Danny: O mesmo que fizemos da última vez... Só que dessa vez, quero terminar o que comecei.
Eu: Me matar? – Digo com a voz aguda. Ele ri baixo enquanto me dá uma bebida que tem tanto álcool que queima todo meu peito.
Vai acontecer de novo...
Duvido que dessa vez eu tenha tanta sorte!!
#Niall On#
Eu: Posso ir pra casa? – Resmungo emburrado, olhando aquelas digitais e pegadas que não faziam sentido algum.
Victor: Por que está ansioso? Você nunca liga pra essas coisas. – Ele bate seu ombro no meu. – A patroa tá lá, não é? – Resmungo algo inaudível enquanto levo o milésimo copo de café aos lábios.
Eu: Mereço uma folga, tô sem dormir, sabe que eu não funciono direito com sono... 
Victor: O governo está pressionando a gente pra entrega desse caso, então você pode ir pra casa, CONTANTO que leve trabalho pra lá. – Levanto e começo a arrumar os papéis na velocidade da luz.
Eu: Uma grande conquista pra mim. Valeu Victor, você é o melhor! – Dou um tapinha nas suas costas, pronto pra sair correndo dali. Ele ri baixo e me observa sair.
Victor: Vai lá curtir sua gata, vai. – Diz baixinho, mas eu ouço. E muito bem. Passo por Rachel, a secretária, ela sorri, um sorriso malicioso e sedutor que eu ignoro. Tá, nós já transamos. Mas foi só uma vez, e ela até hoje quer aumentar esse número. Por que as mulheres fazem isso? São tão poderosas... Mas ficam se arrastando no chão como vermes. Se soubessem o quanto isso as deixa repugnantes... Jogo esse pensamento fora enquanto entro no carro e saio em direção à minha casa.
Até minha (SeuNome)
Sua, Niall?
Seu choco.
Quando eu chego em casa, algo faz meu coração acelerar e minhas mãos gelarem, tento ignorar isso, mas sou um policial. Sei, mais do que ninguém, que nunca devemos ignorar instintos. Observo a entrada da casa, procurando por algo diferente. Um observador normal, diria que tá tudo certo. Mas eu sabia que não tinha nada certo. Pego meu celular, olho a tela por alguns segundos, pensando se deveria ou não ligar pra (SeuNome) antes de entrar. Leio a mensagem que ela me mandou mais cedo e um sorriso involuntário se abre em meus lábios.
Seu choco.
Guardo o celular no bolso e pego o revólver no banco do passageiro, assim que desço do carro, meu coração acelera.
 Sangue.
 Agacho no chão e toco uma daquelas gotas com o coração na mão. Pelo grau de coagulação, ele caiu aqui há uma meia hora. Olho o rastro de pingos de sangue que vão da calçada até a entrada de casa. E é isso que me faz perder todo o autocontrole enquanto entro em casa correndo e chutando portas. Os pingos de sangue continuam por todo o piso branco, até meu quarto. O que mais me faz ficar desesperado, é olhar o lençol e ver o sangue que tinha ali.
Cadê minha (SeuNome)?
 Chamo seu nome três vezes e começo a implorar por ela na quarta.
Porra, porra, porra, porra!
 Pego meu celular com as mãos tremendo e tento ligar pra ela, para meu horror, seu telefone toca de cima do criado mudo ao lado da minha cama. Assim que desligo, ligo para Victor, ele atende ao segundo toque:
Victor: Horan? Mas já está com saudade de mim? Não deveria ter te deixado ir pra casa. – Em outras circunstâncias, eu faria um comentário ácido, mas não ali. Não com minha (SeuNome) machucada.
Eu: Victor. – Minha voz falha e eu pigarreio. – Estou com problemas. – Digo frio. Ele fica em silêncio.
Victor: O que foi? – Pergunta sério.
Eu: É a (SeuNome)... Eu... Ela não tá aqui... Tem sangue... – Tento não parecer desesperado e falar coisa com coisa, mas falho fatalmente.
Victor: Estou a caminho. – Ele diz, entendendo tudo.
Eu: O que eu faço? – Imploro.
Victor: Espera. – Ouço ele chamando outros caras e o barulho da porta do carro batendo. 
Eu: Eu preciso dela. – Admito, desesperado. – Meu Deus, se alguma coisa aconteceu com ela...
Victor: Niall, espera. – Diz implorando e desliga.
Mas ele sabe que eu não vou esperar.
Continua...  
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Oooi
Tudo bem?
Espero que sim.
Como vão? Espero que bem.
Poxa Niall D:
Bem, é isso.
Amo vocês.
Beijinhos de luz com purpurina :*

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 15 – Fanfic by Lary :D

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 15 – Fanfic by Lary :D
Obrigada por tudo.

Eu: Hanna... Você é... Lésbica? – Digo devagar, com o cenho cerrado.
Hanna: Eu... Estou apaixonada. Ela me compreende... Ela me completa. (SeuNome), por favor, eu preciso de você. Não vai embora. Não é como você pensa que é... Não vou me apaixonar por você, não vou querer ver seus peitos. Não é assim.
Eu: Não, tudo bem, eu... Entendo. Eu acho que entendo. – Aperto o minha têmpora direita. – Não se preocupe. Só me assustou. Por essa eu não esperava.
Hanna: Nem eu!! – Ela dá um risinho, bem feminino e fofo. – Mas (SeuNome), é tão diferente de tudo... Tão certo.
Eu: Você vai cortar seu cabelo curtinho? E vai começar a usar roupas de homem?
Hanna: Não! Não é assim! Sou uma mulher. Vou continuar sendo do mesmo jeito...
Eu: Toda rosa pink? Cheia de oncinhas e unhas grandes?
Hanna: Sim. Amo rosa, amo oncinha, amo minhas unhas, amo vestidos colados, e saltos escandalosos... Estou te dizendo, é tudo totalmente sentimental.
Eu: E... Ela é gente boa? – Hanna suspira.
Hanna: É tudo tão novo e tão lindo... Ela entende minhas manias, minhas birras, meus amores. Ela entende tudo...
Eu: Entendi. Espero que você seja feliz... Você merece. – Ela suspira aliviada.
Hanna: Obrigada. Tive tanto medo de te contar... E você me deixar.
Eu: Você sabe que eu não faria isso.
Hanna: Você não tem noção da reação das pessoas, contei pra um primo meu e ele não olha mais na minha cara! Sabe? Gente que você nunca pensou que iria te dar as costas... – Suspiro.
Eu: Eu entendo. Quero que você fique bem... Eu te amo tanto. Vou estar aqui com você pra sempre. – Digo fungando baixinho. – Me desculpa por não ser uma amiga muito presente, me desculpa por ser o peso lesado da sua vida. Me desculpa... E obrigada. Obrigada por correr pra me socorrer quando me estupraram, obrigada por não mudar comigo, mesmo sabendo o que aconteceu, obrigada por suportar minhas fases, minha timidez... Obrigada Hanna. Saber que você ficou com medo de me contar, me deixa tão triste... É assim que você me vê? Uma “amiga” que te deixaria por conta disso? Sinto muito por isso, então... Queria poder ser bem mais.
Hanna: (SeuNome)! Eu... – Ela soluça, um soluço pré choro. – Meu Deus, menina. Você não é nada disso... É uma amiga presente nos momentos em que mais preciso, não é lesada, só inexperiente. Tive enorme prazer em ser a pessoa a estar lá pra te dar apoio quando você mais precisou. E eu... Eu te amo! – Ela diz com a voz embargada. – Eu te amo tanto... Você não imagina. A irmã que eu nunca tive... – Suspiro sorrindo.
Eu: Eu te amo.
Hanna: Também te amo. Se cuida, viu?
Eu: Pode deixar. – E a gente desliga. Subo pra tomar um banho, lavo meus cabelos com o shampoo de menta do Niall, ele arde... Me depilo e hidrato minha pele. Saio do banheiro me sentindo leve e envolvida pelo vapor. Pego meu celular e resolvo enviar uma mensagem pra Niall:
“Meu amor, estou te esperando pra que a gente possa comer uma pizza. A gente vai comer, né agente Horan? HAHAHAHA Não queria contar assim, mas... Sabe a Hanna? A guria dos negões? Ela é lésbica! :O E quer saber? Tô feliz por ela. E com saudade de você...  
Eu te amo <3
 Sei que é difícil pra você dizer e/ou escrever, mas... Eu te amo, Horan. Não sei nem como foi que isso aconteceu... Mas eu te amo. 
Espero que você me diga que me ama um dia também...
Sempre sua,
(SeuNome) X”
Ando pelo chão gelado, descalça, visto uma calça jeans clara e uma blusinha de alcinhas, creme. Coloco meias e fico andando de meias por ai. Resolvo me produzir, porque Niall pode chegar a qualquer momento, então coloco brincos, e até faço uma maquiagem suave, passo um batom rosa pink vibrante nos lábios antes de passar perfume. Me olho no espelho, satisfeita com a imagem que é refletida. Suspiro e pego uma camiseta de Niall, aspiro com força o cheirinho dela, sentindo o coração se apertar de dor de tanta saudade.
E é nesse momento que eu ouço um barulho.
 Penso ser fruto da minha imaginação e prefiro ignorar todos os meus instintos como ex vítima traumatizada, que seriam gritar e já ligar pra alguém. E continuo abraçada com a camiseta.
Xxx: Ora, ora, ora... Se não é meu anjinho mais lindo. – Viro de uma vez, com o coração acelerado e me sentindo gelar.
Eu: Não... Você não! – Vou dando passos pra trás. Corro pra me trancar no banheiro. Mas ele é tão rápido... Em dois segundos, suas mãos seguram as minhas e me mantém imóveis.
Danny: Não fuja, minha princesinha. Sabe que eu sempre cuido tão bem de você... – Sussurra tocando minhas bochechas. - Sentiu minha falta?
Continua... 
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Oi gente!
Tudo bem? Espero que sim. 
Eu to bem \o/ e quem te perguntou?
Bom, é isso. Espero que tenham gostado...
Beijos
Lary X

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 14 – Fanfic by Lary (:

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 14 – Fanfic by Lary (:
Preciso ouvir.

  Então, Niall tem problemas em dizer “eu te amo”. Merda cara, sou uma garota insegura, preciso ouvir. Preciso ouvir sempre que possível.
Preciso ouvir.
 Depois de ele me colocar pra dormir, eu ainda fico acordada por um bom tempo, mesmo depois de ele dormir, sua respiração se tornar lenta, ritmada e suave. Quando eu finalmente durmo, entro em um sono pesado, sem sonhos, nem pesadelos, nem Danny...
***
 Acordo mais tarde me sentindo fria, me sento na cama e percebo o motivo: Niall não está nela. Me levanto e caminho pela casa, sentindo frio, vestida apenas com uma camiseta dele que me bate quatro dedos a cima do meio da coxa.
Onde está esse filho da mãe? 
 Vou pra cozinha, pego um copo de leite com toddy e me sento no balcão da cozinha, é quando vejo um bilhete com a caligrafia linda de Niall:
“Anjo, tive que correr pro trabalho, me desculpe... Não sei quando volto. E não tem comida, então... Telefones úteis estão debaixo do aparelho. Pode pedir pra colocarem na minha conta. Acho que você iria amar a pizza à moda da casa do Sammy’s.
Niall X”
 Bufo e coloco o papel em cima da mesa.
Agora vou ficar sozinha nessa casa fria e perfeitamente limpa e organizada.
 Me enfio em um moletom de Niall e me deito na cama novamente, ligando a TV que era embutida na parede. Fico um tempão assistindo séries e comendo pipoca. Quando dá umas cinco horas da tarde, eu me levanto, me perguntando quanto tempo Niall ficaria fora e peço algo para comer, não opto pela pizza, pois tenho esperanças de experimentar quando Niall estiver comigo, e me parece que não será hoje...
 Depois de comer e tomar banho, eu me deito na cama, com uma roupa do Niall, abraçando seu travesseiro, sentindo seu cheiro.
 Fico um bom tempo acordada, ouvindo o som da noite e sentindo falta do dono do meu coração...
 Quando acordo na outra manhã, levanto correndo e chamando o nome de Niall, toda animada, com certeza de que ele já estivesse em casa. Mas me enganei. E a casa se encontra vazia e fria. Pego meu celular, mordendo o lábio e pensando se deveria ou não mandar uma mensagem para ele, resisto a tentação e solto o aparelho para tomar café da manhã. Encho o copo de leite e um pote de achocolatado Toddy.
Toddy...
 Mordo o lábio, tentando não sorrir ao associar o Toddy gente, com o Toddy achocolatado.
Queria que ele estivesse aqui pra que eu pudesse rir um pouco disso com ele... Com o Toddy gente.
 Suspiro, melancólica, olhando a parede, segurando o pote de achocolatado e relembrando do tempo que passei com ele. Sinto falta do seu sorriso, dos seus cachos e dos seus olhos... Ah, as suas covinhas! Tão lindinhas e meigas... O que será que ele diria se estivesse aqui, agora? Com certeza aprovaria Niall e eu, mas... Como ele agiria? Seria brincalhão ou ficaria puto por segurar vela? Talvez ele passasse a ficar com alguém também... Talvez ficaria com Hanna.
Oh!
Hanna!!!
 Corro pra pegar meu celular e passo os olhos pelas mensagens.
Puta merda!
 Tinha umas cinquenta da Hanna.
“Onde vc tá?”
“Cadeee vc?”
“Cara, o que ta acontecendo?”
“Se você não me responder, vou ai na sua casa.”
“Fui na sua casa, não tinha ninguém... Nem na de Max... Me liga.”
“Me liga, porra.”
“Tá tudo bem? Devo avisar alguém?”
“Cade vc?”
“Mds, to preocupada.”
“To te procurando que nem uma louca, se você tiver dado férias da vida, e desligado o celular por um mês sem me avisar, eu vou te bater tanto.”
“Achei alguém, queria conversar contigo.”
“Tenho que te contar umas coisas”
“vc não vai acreditar”
“DESISTO.”
 Meeeeeeeeerda!
 Disco o número dela e, na primeira tentativa, cai na caixa postal. Na segunda tentativa, ela atende:
Hanna: Alô? – Ela diz com a voz rouca de quem acordou agora.
Eu: Oi. Hanna, sou eu...
Hanna: (SEUNOME)!! – A voz dela fica baixa, como se ela tivesse tirado o celular da orelha para conferir meu nome na tela. – SUA PUTA, BISCATE, VAGABUNDA... CADÊ VOCÊ? E O MAXWELL? – Mordo o lábio.
Eu: Me perdoe por te deixar sem notícias, é que aconteceu tanta coisa...
Hanna: Nem me fale... – Ela suspira.
Eu: Tenho coisas pra te contar.
Hanna: Eu também. Posso ir a sua casa? – Mordo o lábio e faço um risco imaginário com a ponta da unha do dedo indicador.
Eu: Eu não estou em casa... – Ela fica em silêncio por um tempo.
Hanna: Onde você está? – Suspiro.
Eu: Hanna, eu e Maxwell terminamos.
Hanna: O QUE?! PORRA, COMO?! 
Eu: Eu... Sei lá, descobri que não era nada do que eu queria.
Hanna: HuuuUUUuum. E você tá na casa de quem?
Eu: Do Niall.
Hanna: Do Niall? Agente Horan? Loiro? Gostoso? Do pau grande? – Arregalo os olhos.
Eu: HANNA! Como você sabe?! – Ela ri.
Hanna: Eu não sabia. – Diz divertida. – Agora sei. – Coro. – Quero mais detalhes depois.
Eu: Tudo bem... Mas e você? O que quer me contar?
Hanna: Promete que não vai mudar comigo? Vou continuar sendo sua melhor amiga? – Isso me deixa um pouco nervosa.
Eu: Claro, e você sabe disso. Esteve do meu lado nos momentos em que mais precisei...
Hanna: Então... – Ela está meio nervosa, sua fala arrastada. – (SeuNome), lembra de todas as vezes em que eu tentei  ficar por muito tempo com um cara e não deu certo?
Eu: Lembro.
Hanna: Lembra de todas as vezes em que eu disse que achava que nenhum homem me entendia?
Eu: Lembro. – Cerro o cenho. – E daí? – Ela suspira.
Hanna: (SeuNome), eu encontrei alguém. – Arregalo os olhos.
Eu: Que ótimo!!! – Pulo de alegria. – Até que enfim!! Quem é o felizardo? – Ela demora um pouco pra responder, posso visualizar Hanna sentada em seu edredom de oncinha, mordendo a ponta do dedo indicador, com a unha pintada de vermelho.
Hanna: É uma amiga da minha prima.
Meu queixo cai.
Continua... 
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Oooooi
Boa tarde
Feliz páscoa
Tudo bem com voces?
Até  breve.
Beijos da Lary