Laser Light – 4ª Temporada – Capítulo 2 – Fanfic by Lary

Laser Light – 4ª Temporada – Capítulo 2 – Fanfic by Lary

#Niall On#
 Nunca pensei que olhar pra ela seria tão difícil... Depois de mais de um ano, eu poderia jurar que havia superado. Mas ela estava ali... Tão linda com aquela carinha de brava, emburrada e birrenta. Estava mais magra, e seu cabelo maior e com luzes. Estava tão linda...
Luke: ... mais tarde. – Sem piscar e parar de olhar (SeuNome), tento virar meu rosto em direção à Luke.
Eu: Ham? – Pergunto parecendo um retardado.
Luke: Que milagre o senhor por aqui.
Eu: Vim lhe trazer esse humilde presente. – Estendo a pasta pra ele. – É um caso resolvido. Pra ser arquivado. – Digo baixinho, olhando (SeuNome) de novo, e a pego olhando pra mim. Ela cora lindamente e vira o rosto em outra direção. – O que ela faz aqui em pleno fim de sábado? – Pergunto curioso.
(SeuNome): É, o que faço aqui em pleno fim de sábado? – Ela diz, parecendo bem irritada com Luke. Sua voz faz cada pelo do meu corpo se arrepiar em aprovação. Luke olha sorrindo pra ela, e eu cerro o punho com o coração acelerando, sentindo raiva daquele sorriso de quem quer sexo.
Luke: Herança. – Ela pisca várias vezes.
(SeuNome): Pra mim? – Pergunta incrédula. E eu resolvo prestar bastante atenção naquilo...
#(SeuNome) On#
Luke: Sim, seu pai acabou de morrer e seu nome estava no testamento. – Ele entrega o envelope de volta pra mim. - Sinto muito...
Eu: M-Mas meu p-pai... – Engulo seco. – É um engano.
Luke: Não, não é.
Eu: Tem que ser! Meu pai morreu quando eu tinha quatorze anos! Eu estava com ele, no hospital! Eu segurei sua mão! – Digo com a voz histérica.
Luke: Huuuum... Verei isso direitinho na segunda de manhã, você pode passar aqui à tarde. – Assinto e me preparo pra ir embora. – Você tem namorado? – Me viro de volta pra ele.
Eu: Não. – Digo sem entender.
Luke: Você quer sair hoje, senhorita Sumner?  - Pisco o olhando, sem entender por um tempo. Nisso, o loiro que estava quieto de canto, entra na conversa:
Ele: Eu te chamei pra sair primeiro, Luke. – Ele diz rígido, sem olhar pra mim.
Luke: Tudo bem, ela pode ir com a gente. – Ele pisca pra mim. Vejo o carinha loiro cerrar os punhos.
Ele: Não, Luke. – Diz rígido, com o maxilar trincado. Noto um leve tremor passando por seus braços.
Luke: Huuum... Então, será que eu consigo seu telefone? – Eu abro a boca pra falar, mas, novamente, o loiro entra na conversa.
Ele: Luke, porra! – Ele diz, parecendo bem bravo, e nisso Luke olha pra ele, não sei o que ele viu, pois não conseguia ver seu rosto, mas sei que isso o deixou bem assustado.
Luke: O-ok, prazer em c-conhece-la, senhorita Sumner.
Eu: Prazer foi todo meu. – Me viro para o loiro, que estava de frente pra mim agora. – Hum... Tchau...? – Estendo a mão pra ele. Ele a analisa por um tempo e eu chego a pensar que não vai apertá-la, mas quando estou prestes a desistir, ele segura minha mão. Um choque elétrico passa por meu corpo, e eu não consigo conter um suspiro. Ele nota, e deve ter sentido algo também, pois tira sua mão da minha, bem rápido. Fico olhando pra ele, tentando me lembrar do porquê daqueles olhos azuis serem tão familiares...
Luke: Hum... Eu vou... Bem, fui. – Saio do transe quando ouço o bater da porta, olho pra porta, assustada. Me separo do loiro, sem jeito.
Eu: Prazer em conhece-lo, hum...
Ele: Niall. – Ele diz, calmo.
Eu: Prazer em conhece-lo, Niall. – Pronunciar seu nome me fazia cócegas no céu da boca.
Niall: Prazer em vê-la, saber que está bem. – Ele diz rápido, como se tudo houvesse escapado da sua boca. Depois suspira. – Até mais ver, senhorita Sumner. – E sai da sala sem olhar pra mim de novo.
Ele é bonito...
Parece um príncipe.
Suspiro com força, meio irritada e meio molenga; pego minha bolsa e caminho para fora do prédio, pesando no que haviam me dito:
 Herança?
 Que coisa de louco! Meus pais se foram há muito tempo. Bom, meu pai se foi, minha mãe não tenho certeza, só sinto. Queria saber como foi, se ela sentiu dor, se teve alguém do seu lado no fim...
 Mas duvido que saiba algum dia.
Continua...
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Goooooooooooood Nighhhhhhht
Td bem?
Espero q sim  
Preciso de um favor 
Volto jajá
bjoooooos

Laser Light – 4ª Temporada – Capítulo 01 – Fanfic by Lary :D

Laser Light – 4ª Temporada – Capítulo 01 – Fanfic by  Lary :D
Um anjo
#(SeuNome) On)#
 Passam-se dias, semanas e meses, e eu continuo tentando achar encaixes na minha vida. Max conversou com Hanna e ela veio me ver logo, ficou um bom tempo dormindo na minha casa. “Só por precaução”. Depois de um tempo, eu estou trabalhando numa loja de dia e fazendo estágio da faculdade à noite nos dias de semana. No sábado, apenas trabalho até meio dia.
Eu: Posso ajudar? – Olho o cliente que observa as joias da loja. Ele ergue os olhos e fica me olhando por um tempo.
Ele: Pode sim. Preciso de algo pequeno e delicado, algo que ela não precise tirar nunca. – Assinto.
Eu: Um anel?
Ele: Pode ser.
Eu: É pra namorada? – Pergunto olhando os anéis de compromisso.
Ele: Não, minha irmã. Ela vai fazer 15 anos...
Eu: Ah sim. Então, por que não um colar? Bem delicado... – Pego um colar de pingente, com apenas um pequeno diamante no centro.
Ele: Perfeito. A cara dela. Vou levar. – Ele me abre um enorme sorriso. – Qual seu nome? – Demoro um tempo a responder, raramente perguntavam meu nome.
Eu: Huum... (SeuNome).
Ele: Bonito nome para uma menina bonita . Eu sou Angel. – Estende a mão. Eu a aperto, o analisando. Ele era loiro, bronzeado, alto, o cabelo meio comprido, aquele que indicava: Juízo curto. E tinha um sorriso lindo, lindo, lindo. Ele realmente parecia um anjo.  – Será que eu consigo seu telefone? – Ele pergunta divertido. Eu dou risada. Coro e olho pra baixo. – Hum... Talvez te chamar pra sair. Ver um filme. Que tal? – Penso um pouco, depois solto um suspiro.
Eu: Okay. Saio meio dia hoje. Podemos nos encontrar, hum, às três? – Pergunto corada.
Angel: Onde?
Eu: Em frente ao chafariz ao lado da praça de alimentação. Aqui do shopping mesmo.
Angel: Okay. – Ele sorri e beija minha bochecha. – Até mais, linda. – Ele pega a caixinha com o colar e vai em direção ao caixa. Nem perguntou o preço... Olho meu relógio e faltam quinze minutos para o meio dia. Vou até meu armário, pego meu celular e minha bolsa.
Eu: Tchauzinho Miguel! – Joguei um beijo pra ele. Ele sorriu e suspirou, rolando os olhos de um jeito dramaticamente gay. Eu dei risada. – Ah... – Cheguei perto dele. – Eu tenho um encontro. – Ele abre a boca.
Miguel: Mas com quem?
Eu: Com um cliente.
Miguel: Ah, sua safada. Daqui a pouco tá transando nos banheiros. – Ri. – Pois saiba que também vou sair com meu homem hoje e vou transaaaar muuuuito. Esse fim de semana promete! Não esquece de se depilar, ein musa?
Eu: Mas... Não se transa em primeiro encontro, não é? Vai ser algo bem light mesmo. – Ele ri.
Miguel: Ah, sua bobinha. Faz tempo que você não sai com um bofe, não é? Se depila e pronto.
Eu: Mesmo?
Miguel: Claro. Mas se você não quiser... É só dizer não. – Ele diz, sorrindo. – Mas quem é que não quer transar? – Eu ri.
Eu: Bicha safada. Tchauzinho. Até segunda. – Vou pra casa. Tomo banho, lavo meus cabelos e cuido de mim. Pinto minhas unhas de rosa pink enquanto meu cabelo seca. Abro meu guarda roupas e fico pensando no que vestir. Escolho um vestido creme e um sandália nude. Pego minha correspondência  e nem paro pra olhar, pois estou atrasada, mas assim que solto os envelopes por cima da mesa um deles me chama a atenção pois tem um selo que parece bem oficial. Pego aquele envelope e o rodei entre os dedos, abri o mesmo e peguei a folha de dentro:
“Cara senhorita, Sumner,
 A senhorita está sendo convidada a comparecer ao fórum municipal o mais rápido possível para resolver questões financeiras.
Atenciosamente,
Dpto. de Serviços Jurídicos do Estado.”
 Cerro o cenho, relendo a carta duas vezes.
Questões financeiras?
Mas eu pago minhas contas em dia!
 Olho meu relógio e vejo que vou ter que perder meu encontro.
Merda.
 Enquanto dirijo em direção ao fórum, me sinto com tanta raiva que acabo apertando o volante com força e meus dedos ficam brancos. Quando estaciono no local cheio de árvores, minha raiva ainda está bem presente. Desço pisando firme e subo todo aquele lance de escadas, entrego a carta para a recepcionista, que pede que eu aguarde cinco minutos. Ficar sentada esperando só me dá mais raiva ainda e quando entro na sala, tenho certeza que o promotor nota.
Ele: Boa tarde, senhorita. Em que posso ajuda-la? – Entreguei a carta na mão dele e cruzei os braços.
Xxx: Hey, Luke! Você quer ir tomar umas cevas hoje? – Alguém entra na sala, eu me viro pra ver quem é que me interrompeu, sentindo muita raiva por ser interrompida. Quando me viro, dou de cara com...Com...
Um anjo!

Continua...
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Hey pessoas!
Como estão? 
I'm back :D
Sei que não tem ngm ai hehehehe
mas tdo bem
~ meu teclado ta com defeito D:
Então perdão pelos erros e bleeeee
Volto amanha com continuação e o começo de uma mini fic
beijos da lary :*

Imagine Hot - Zayn Malik - Moreno - By Lary (:

Imagine Hot - Zayn Malik - Moreno - Parte 3 
Parte 3
 Fazia apenas um mês. Um mês que eu havia o conhecido. Não era possível. Eu ainda não poderia estar assim. Tão apegada...
Definitivamente não deveria.
 Mas ouvir o barulho do chuveiro aberto, enquanto eu estava sentada na cama com o computador no colo, me fazia relaxar de um modo absurdo. Saber que iríamos passar a noite toda juntos me deixava aquecida e toda mole. Sugo o canudinho do meu suco de laranja e ergo o olhar para a televisão, observando o filme, que eu nem sabia o nome, muito menos o gênero, mas que, pela cena atual, supunha que era romance. Nunca gostei muito de televisão... Mas as vezes me dava a louca e eu queria ver um filme, por mais que não conseguisse focar minha atenção mais de cinco minutos em algo do tipo. Zayn sai do banheiro com uma das minhas toalhas brancas enrolada na cintura, eu mordo o lábio.
- Essa sua carinha de tesão... - Diz com a voz rouca, não precisa terminar a frase. Eu suspiro.
- Nós acabamos de... De transar. Você não daria conta. - Falo séria. Ele tira a toalha da cintura e me mostra sua ereção pulsante. Eu fico de boca aberta, sem acreditar. Nós havíamos acabado de transar. - E-Eu... Minha nossa! - Tampo minha boca. Ergo o olhar até seu rosto e ele tem um sorriso divertido pairando no canto de seus lábios.         
- Mas não vou abusar de você. - Ele enrola a toalha novamente na cintura. - Queria saber com que roupa vou dormir. - Ele pensa alto, coçando a nuca.
- Dorme sem. - Digo baixinho. Ele cerra o cenho. Mordo o canto do lábio. - Sem roupa.
- Injusto isso; você... - Não deixo que ele termine, me levanto e desamarro meu robe de seda, que desliza por minhas curvas até o chão, formando uma piscina de tecido envolta de meus pés. Um suspiro bem alto sai dos lábios de Zayn. - Imaginar que você estava sem nada debaixo disso ai estava me deixando maluco. - Sorrio e encolho os ombros. Ele balança a cabeça e tira a toalha da cintura, jogando a mesma na cama. Faço careta.
- Toalha molhada em cima da cama não. - Rosno. Ele rola os olhos.
- Parece minha mãe falando. - Diz pegando a toalha e a levando até o banheiro de onde tinha saído. Depois ele volta, caminha até mim e puxa meu corpo pra perto do seu. - Sabia que você é linda? - Diz com a voz morna enquanto coloca um cachinho de cabelo atrás da minha orelha. Eu suspiro, toda boba e aquecida.
- Se você está dizendo... Obrigada.
- Não estou só "dizendo". - Ele diz fazendo careta. - Você é linda. Pensei que soubesse disso. - Resolvo não comentar sobre meus problemas de auto estima. Não era a hora certa. Espalmo as mãos em teu peito lisinho e definido.
- Não sei quase nada sobre você... - Digo baixinho, ele suspira e desvia o olhar.
- Lá vem você de novo. - De novo porque, as vezes que me encontrei com Zayn, enquanto não estávamos transando, eu o pressionava a falar da sua vida, mas ele não falava quase nada. Apenas sabia que ele morava sozinho e que seu pai havia morrido quando ele era bem pequeno.
- Por que não que falar de você pra mim? - Sussurro e mordisco sua orelha.
- Porque eu to morrendo de fome. Nem dá pra pensar com tanta fome. - Eu ri.
- Também estou morta de fome. Vamos pedir alguma coisa pra comer.
- Pizza? - Faço careta.
- Não como pizza. - Ele arregala os olhos.
- Como alguém pode não gostar de pizza?? - Suspiro.
- Eu gosto de pizza. Mas não como. Muito carboidrato. - Na verdade, eu nem me lembrava do gosto que pizza tinha, tanto tempo fazia que eu não comia.
- O que você pediria se eu não estivesse aqui?
- De verdade? -Ele assente. - Bom... - Olho pro alto, pensando. - Pediria uma salada de macarrão com queijo e uvas e um suco, ou chá. - Dei de ombros. Ele faz careta.
- Pode pedir isso ai pra mim também, então. - Suspiro e mordo o lábio.
- Vamos pedir pizza pra você e salada pra mim. Pode ser? - Ele sorri. Eu me inclino e selo seus lábios, por puro impulso. A atmosfera envolta de nós começa a pesar. É a primeira vez que nos tocamos assim fora do ato sexual, e ele fica meio inquieto com isso. Me sinto mal e tento sair de seus braços, mas ele me aperta com força contra seu corpo. - Eu... - Tento empurrar suas mãos. - Tenho que pedir a comida. - Meio relutante, ele me solta, mas é como se estivesse bem longe dali. Eu desço as escadas, meio boba e fora de mim, pego o telefone da sala, porque o do quarto quebrou e o puto do técnico não veio ainda, e a porcaria tá na garantia; peço uma pizza e uma salada, o cara parece achar graça, deve pensar: Por que uma pessoa come salada depois de comer pizza? Pra não ficar com a consciência pesada?
Mal sabia ele que um deus me esperava no quarto.
 Subo as escadas pulando os degraus e entro no quarto de supetão. Encontro Zayn de costas, analisando minha coleção de cd's. Perco um tempo analisando sua bunda durinha e perfeita. Me dá água na boca ao ver os arranhados que deixei em suas costas.
- Você tá olhando minha bunda? - Ele pergunta divertido. Mordo o lábio e enrolo um cachinho de cabelo, toda sem jeito.
- É uma das minhas partes favoritas do corpo humano. - Me aproximo dele e o abraço por trás, apreciando o calor de seu corpo nu e o choque elétrico que o toque entre nossas peles causa. Ele se vira, num movimento rápido, ficando cara a cara comigo. Me abraça com força, apertando minhas coxas.
- Por que quer que eu fique aqui? - Ele pergunta assim, na lata.
- Porque gosto da sua companhia. - Encolho os ombros. Ele aperta meu bumbum com voracidade, me fazendo dar um pulinho de susto.
- Nós dois sabemos que somos bem diferentes um do outro. Você é rica e estudada. Eu sou um pé rapado que mal acabou o ensino médio. Nunca temos muito em comum pra conversar. - Diz sincero. Eu viro o rosto sem jeito. Ele solta meu bumbum pra virar meu rosto e me fazer olhar pra ele. - O que foi? Aconteceu alguma coisa? - Pergunta com a voz morna. Meu coração acelera e eu me movo inquieta. Pego sua mão áspera e deito minha cabeça nela, fechando os olhos e me abraçando aquele pedaço do corpo dele.
- Só me sinto sozinha demais às vezes. - Digo baixinho, bem sincera.
- Você é tão linda. - Estica um cachinho de cabelo. - Não entendo... Os caras devem cair matando em cima de você. - Suspiro e viro o rosto.
- Um cara precisa suar a camisa pra ficar comigo.
- Isso eu sei. - Ele abre um sorriso zombeteiro. - E como sei... - Diz com a voz morna. Me encolho.
- Não é disso que eu to falando. - Digo sem jeito. - Sou ciumenta, possessiva, chata e... Tenho um apetite sexual muito grande. A maioria não aguenta. - Digo sorrindo sapeca.
- Huum... - Ele ronrona sorrindo, se abaixando para cheirar meu cabelo recém lavado. - A anatomia do corpo masculino faz com que seja dificil mesmo. - Abro a boca em perfeito O.
- Não é isso que eles não aguentam! - Digo incrédula, envergonhada e sem jeito. - Me expressei mal... A maioria não me aguenta porque sou chata. Não porque... Porque eu quero muito sexo. - Digo rápido e sem jeito. Ele ri baixinho.
- Ah morena linda... - Diz suspirando. - Você é como todas as minhas fantasias masturbastórias da adolescência reunidas. Um sonho... - Suspira de novo. - Não parece real.
- Eu estou bem aqui. - Sussurro. Ele abraça meu corpo contra o dele e traça meu contorno com as mãos fortes.
- Quando você perdeu sua virgindade? - Me separo dele e fico imóvel.
- Por que quer saber? - Pergunto totalmente descofiada. Uma faísca de algo como espanto brilha em seus olhos.
- Porque você é uma mulher completamente sexy e experiente. Só fiquei curioso. - Ele diz meio sem entender, mas com muita cautela.
- Quando você perdeu a sua? - Pergunto murmurando.
- Aos treze. - Diz sem rodeios. Suspiro e coloco uma mexa de cabelo atrás da orelha.
- Eu não sei se eu quero falar disso... - Gaguejo. Só de olhar seus olhos sei que ele entendeu. E que ele sabe. Mas ele apenas assente e não comenta nada. A campainha toca. - A pizza. - Digo sorrindo enquanto vestia um robe de seda.
- Você vai atender com... ISSO? - Ele pergunta incrédulo.
- Bobo. - Digo rindo e saio correndo do quarto. Ele me segue.
- É sério, Bella. O entregador vai te sequestrar desse jeito. - Eu ri de novo, continuei correndo escadas a baixo, deixando Zayn início da escada, porque ele estava nu, e não me seguiria daquele jeito... Mas eu podia ouvir seu riso baixo e satisfeito, sabia que ele estava orgulhoso de ter uma mulher como eu na palma da mão.
Isso não é bom.
Não é nada bom...
 Abro a porta e o entregador realmente quase me come com os olhos, pago com uma nota de cem e recuso o troco, isso só faz com que ele fique babando ainda mais.
- Quer que eu coloque ai dentro? – Ele diz com a voz morna, ameaçando entrar pra colocar as coisas “lá dentro”. Abro a boca pra responder, mas de uma hora pra outra o cara murcha todo, se encolhendo pra longe de mim, sinto o toque de Zayn logo após isso.
Me seguro pra não rolar os olhos.
- Quer que eu pegue, coração? – Ele diz perigosamente calmo.
- Ah sim, meu doce. – Digo ironicamente, fazendo careta. O entregador, que observava tudo de boca aberta, tosse.
- E-Então, o-obrigado. – Diz com a voz bem mais séria e profissional enquanto entrega as caixas na mão de Zayn, tremendo.
- De nada... – Fecho a porta e sigo até a cozinha, onde Zayn estava de calça jeans, apoiado no balcão de braços cruzados sobre o peito nu. Me encosto na batente da porta, cruzando os braços e sustentando seu olhar no mesmo nível.
- Eu te avisei pra não ir lá “vestida” assim. – Diz com a voz perigosamente calma.
- Você não manda em mim! – Empino o nariz.
- Ótimo. – Diz calmo e baixinho, se virando pra comer a pizza. De repente me sinto sem fome. Sem vontade de nada...
- Eu acho que... Que vou dormir. – Gaguejo. Ele fica imóvel.
- Não vai comer? – Diz baixinho, de costas.
 - Não sinto fome.
- Impossível.
- Eu... Só estou bem cansada. – Ele caminha até mim e me surpreende quando me pega no colo, pressionando minhas costas contra o portal. (aquilo que fica envolta da porta e bla)
- Morena... – Diz puxando de leve um cacho de meus cabelos.
- Moreno... – Mordo seu lábio inferior. Ele deita a cabeça em meu ombro, fecha seus olhos e aspira meu cheiro. Passa o nariz por todo o meu pescoço e início do cabelo.
- Você é tão linda... – Murmura, com carinho. – Adoro ter você. – Diz meio risonho. Arregalo os olhos, empurro ele com força, com a respiração descompassando.
Pooooooooorra!
Ele sabe que me tem!
- Eu não sou sua! – Digo ríspida, saindo de perto dele.
- Qual é? Acha que eu já não saquei? – Diz com um sorrisinho de leve, e é isso o que mais me irrita. Sinto uma vontade repentina de vomitar, mas sabia o que fazer pra segurar. Respirei fundo, fechei os olhos, contei até dez e engoli duas vezes seguidas. Pronto.
- Sacou o que? – Pergunto mais calma, abrindo os olhos, com a melhor expressão irônica que eu era capaz de ter.
- Que você quer mais do que só sexo. Porra Bella, você pode ter o cara que quiser, o dia que quiser, a hora que quiser... Dai você fica ligando pra mim, batendo na mesma tecla e você não precisa disso.
- Só por isso?! Tá, talvez eu possa transar com o cara que eu tiver vontade, mas eu não sou uma vadia! Prefiro transar dez vezes com um cara, do que transar com dez caras diferentes!
- Bella... – Ele tenta se aproximar. Eu me afasto.
- Não me toque. – Rosno. Ele solta um suspiro.

- Me desculpe, ok? Mas eu nunca vou poder retribuir o que você sente, porque... Porque eu não sinto o mesmo.
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Oi Gente!
Tudo bem? Espero que sim.
Feliz dia das mães, pra vocês que já são, e pras mamães de voces, e pra mamãe das mamães de voces, e pra... Ain, buguei '-'
Então... Eu to tentando acabar a quarta temporada de LL antes de começar a postar, pra pode modificar algumas coisinhas e fazer um final legal, que eu não me arrependa depois, porque eu SEMPRE me arrependo depois dos fins, porque depois penso em um monte de coisas que deveria ter feito.
Voces lembram desse imagine? Moreno?
Digita daqui, digita de lá e... acabou que saiu mais uma parte. Eu não faço ideia do pra onde to levando esse imagine kkkk cêis tão gostando? querem mais ou já chega?
Bem, até mais.
Atenciosamente, 
Lary :*

Laser Light – 3ª temporada – Capítulo 20 – Fanfic by Lary

Laser Light – 3ª temporada – Capítulo 20 – Fanfic by Lary
Por que ajudaria?

 Ele está mais forte, malhado. Teu braço está tatuado e seu cabelo com um corte mais ousado. Seu rosto demonstra curiosidade e preocupação, com certeza, já sabe o que houve, e que ela chama por ele como se ainda fossem “almas gêmeas”. Suspiro quando ele se aproxima, com as mãos no bolso da calça jeans preta.
Max: Hey. –Ele diz sem jeito, estendendo a mão pra mim. Observo a mão estendida dele, cogitando com seriedade a possibilidade de não apertá-la, mas sinto um cutucão de Victor, e quando seu chefe te cutuca, você obedece. Aperto, sem muita vontade. – O que foi que houve? Estupraram ela de novo? – Ele pergunta, sério e com normalidade.
Eu: Não sei. Acho que não. Só sei que ela não se lembra dos últimos quatro anos e acha que vocês ainda são namorados. – Ele chacoalha a cabeça de leve.
Max: E o que eu faço? – Pergunta perdido. Dou de ombros.
Eu: Não é problema meu. Ela nem sabe que sou. – Vou sair daquele lugar, sem suportar passar mais um minuto naquela sala ridícula.
Max: Mas você deve explicações a ela também. Não é justo que tirem um pedaço de você e finjam que ele nunca existiu. – Fico em silêncio por um tempo, depois me viro pra ele.
Eu: Por que você não volta com ela? Ela te ama, como amava há quatro anos atrás. O destino está dando a vocês a chance de recomeçar. – Cada uma daquelas palavras é como uma facada em meu peito. Mas o que mais doía, era saber que eram verdadeiras. – Sei que você ainda gosta dela.
Max: Como pode ter tanta certeza? – Olho pra ele em silêncio por um tempo, tomando força pra dizer o que diria a seguir.
Eu: Porque ela significou na sua vida o mesmo que significa na minha: a mulher que te fez esquecer todas as outras. E sei que, por mais que eu tento me afundar na putaria, vou sempre amar (SeuNome).  – Admito e saio dali, entro em meu carro e vou embora sem olhar pra trás.
#(SeuNome) On#
 Por que tudo é tão confuso e estranho?
 Acordo com uma voz suave e gostosa me chamando, abro meus olhos e vejo Max.
Eu: Amor! – Digo animada, pulando nos braços dele e me afundando em seu colo. Ele vacila, meio hesitante em retribuir. Cerro o cenho e tento me lembrar se Max sempre foi durinho assim, e também dessas tatuagens. – Você cortou o cabelo. – Digo preguiçosa, segurando uma mexa de fios entre os dedos e sorrindo. – Eu gostei. Cortou quando? Ontem? Ah, não importa. – Sorrio e me afundo ainda mais em seu colo.
Max: Eu... – Ele diz meio rouco. Suspira. – Senti sua falta. – Diz sincero, erguendo os braços para me rodear e me abraçar de verdade.  – Falta desses cachinhos apaixonantes. – Diz apaixonado, tocando meus cabelos.  – Falta da sua boca. – Sussurra e aperta o dedão direito em meu lábio inferior.  – Do seu corpo único. – Sua voz fica rouca quando ele aperta minha cintura. Eu arregalo os olhos e empurro ele de leve quando desço do seu colo.
Eu: Me leva pra casa? E dorme comigo? Abraçado, pra me proteger dos bichos que mordem.
Max: (SeuNome). – Ele suspira. – Eu e você... A gente... Bem... – Junto minhas sobrancelhas.
Eu: O que foi? – Ele me analisa por um tempo.
Max: Você... Quer ficar comigo? – Cerro o cenho.
Eu: Quero. Sempre quis. Você sabe disso.
Max: Mas e o outro? Quer dizer, os outros?
Eu: Que outros? – Pergunto sem entender. – Só existe você. Sempre existiu. – Admito. – Só... – Coro. – Eu ganhei um beijo de um cara estranho. Não retribui, eu juro. Mas ele tentou me beijar. – Digo envergonhada. – Que cara estranho. – Chacoalho a cabeça. – Mas você me perdoa, não é? – Digo animada.
Max: Eu... – Ele franze as sobrancelhas. – Acho que sim.
Eu: Por que? O que houve? Você... Não me quer? – Minha voz fica frágil. Ele suspira olhando o teto.
Max: Isso é tão difícil...
Eu: O que?
Max: O médico te contou o que houve?
Eu: Meio por cima, e eu não entendi muito bem. Mas... Eu não me lembro de algumas coisas, não é?
Max: Quatro anos, para ser exato. – Diz receoso. Pisco várias vezes, tentando vasculhar minha cabeça.
Eu: É muito tempo. – Digo olhando para o lado, pensando alto.
Max: Sim, é. – Diz baixinho.
Eu: E... Aconteceu muita coisa nesses quatro anos? – Olho pra ele.
Max: Você nem imagina. – Diz suavemente.
De repente tudo faz sentido.
Eu: A gente não é mais um casal? – Pergunto de olhos arregalados. Ele morde o lábio de um jeito que me dá vontade de pular em cima dele e arrancar sua calça com os dentes.
Que isso (SeuNome)?
 Coro com força com o rumo dos meus pensamentos.
Max: Não somos.
Eu: Eu posso... Te perguntar uma coisa?
Max: Claro.
Eu: Eu não sou mais... Virgem? – Pergunto corada.
Max: Não, não é.
Eu: E... Foi você? – Pergunto envergonhada e receosa. Ele olha meu rosto por um tempo. Vejo uma batalha dentro do seu ser passando por seus olhos verde escuros. Como se ele pensasse se deveria dizer ou não.
Max: Fui eu. – Diz finalmente, mas sinto que ele está meio receoso. – Não fique chateada ou magoada comigo. Não importa o que descubra depois... Nunca quis te machucar.  – Ele implora. Assinto, pensando um pouco na vida.
Eu: Eu não tenho mais ninguém. – Digo baixinho, pensando alto.
Max: Na verdade. – Ele pega minha mão. – Eu nunca deixei de ser seu. – Diz suavemente. Arregalo os olhos e ele sorri. – Mas agora tem alguém. Um outro alguém. Eu... Vou ser pai. – Diz orgulhoso. Tento sorrir.
Eu: Parabéns! Pra você e pra... Ela. Quem é ela? – Ele suspira.
Max: Uma mulher que eu conheci tem um tempo atrás.
Eu: Ah é? E de quanto tempo ela está?
Max: Sete meses e meio. – Fecho os olhos, assentindo com um sorriso.
Eu: E o que ela acha de você sair no meio da noite pra socorrer a ex? – Pergunto divertida.
Max: Ela não sabe. – Pisca, dando de ombros. Abro um sorriso, olhando o lençol e brincando com uma de suas dobrinhas.
Eu: Você deveria voltar pra ela. – Digo baixinho. – Obrigada. Por ter vindo e tudo mais... – Suspiro, contendo as lágrimas. Eu precisava guarda-las pra depois, quando ninguém estivesse olhando. ´
Max: Então... Tudo bem com você? Vai ficar bem? – Assinto, ainda brincando com uma dobrinha do lençol. – Quer que eu te leve pra casa?
Eu: Eu posso ir sozinha, acho.
Max: Você tem que passar a noite aqui e terá alta amanhã de manhã. Passo pra te pegar, posso?
Eu: Eu... Não sei se deveria. – Digo devagar. - Ela pode ficar com ciúmes, e você tem que cuidar da mãe do seu filho.
Max: Bobagem. Passo pra te pegar. – Diz com firmeza. – Só não dormirei aqui porque gosto de observá-la enquanto dorme, caso passe mal ou algo do tipo.
Eu: Tudo bem, Max. Obrigada. – Ele sorri, beija minha testa e sai. Eu me deito de lado na cama, abraço meu travesseiro e durmo. Engolindo as lágrimas que tentaram tanto rolar por minhas bochechas.
#Niall On#
 Havia tempos em que não me sentia tão bêbado. Minha garganta queimava e eu mal conseguia enxergar. Mas eu não me importava. Não me importava com nada.
Eu perdi meu irmão.
Eu perdi meu pai.  
Eu perdi Toddy.
Eu perdi minha filha.
Eu perdi (SeuNome)! 
 Coloco a garrafa de whisky em cima do criado mudo, junto com um copo, agora vazio. Deito na cama e abraço o travesseiro onde (SeuNome) dormiu todos os dias que esteve comigo. Aspiro com força seu cheiro daquele pedaço de pano, pensando em como daqui há pouco tempo, ele vai sumir.
Eu: Claro que o cheiro vai embora. Todo mundo vai. Por que ele não iria? – Digo divertido, sentindo minha fala arrastada. – Você deveria parar de beber, Niall. – Pego a garrafa. – Sabe que tem tendência a se viciar. Está no seu sangue... – Ignoro tudo isso e viro a garrafa nos lábios, sem me importar com o copo ou qualquer outra merda. – Isso, seu merda. – Digo com a fala arrastada, observando meu reflexo no espelho de teto. – Afunda e rola na lama de novo.
Tá no inferno, abraça o capeta.
 Abro minha gaveta e tiro de lá do fundo uma caixinha de cigarros, coloco um deles na boca e acendo com um isqueiro. O gosto do tabaco imediatamente invade minha boca, e a nicotina faz meu organismo se acalmar.
Eu: Que Deus me ajude a não voltar a ser um viciado. – Digo com a fala arrastada. Depois dou risada.
Deus nunca me ajudou, por que ajudaria agora?
Fim da terceira temporada.
Continua... 
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Ooooie!
Boa noite. Tudo bem com voces? Espero que sim.
Socorro, esse Niall está me destruindo.
Deixa essa S/N e vem com a Lary, Nini :3
Ela te cuida.
Falta só uma temporada pra acabar LL, já to sentindo falta ÇÇ
Amo voces.
Beijinhos.
Comentem, ok?
- L

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 19 – Fanfic by Lary (:

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 19 – Fanfic by Lary (:
Agora é tarde.

 Derrubo tudo o que eu estava segurando, voa bombom pelo quarto todo.
Eu: Você... – Me aproximo. – Você... – Por que caralhos eu não consigo falar? Ela se encolhe, com medo do homem estranho que dava em cima dela. – Não se lembra?
Ela: Eu deveria? – Pergunta inocentemente.
Ela deveria? 
Eu: Você sabe o porquê de estar aqui? – Os olhinhos brilhantes dela marejam enquanto ela nega. Ela não se lembra do sequestro. Penso um pouco. - E...Você se lembra do Danny? – Ela começa a chorar quando chacoalha a cabeça de novo.
Ela não se lembra do sequestro. Do estupro. 
Isso pode ser bom.
Eu: Mas eu... Eu te amo. E você também me ama. – Digo meio engasgado. Ela cerra o cenho, e minhas mãos formigam de vontade de apertar o pequeno v que se forma entre suas sobrancelhas. Mas ela não me conhece, e se começar a gritar comigo se eu a tocar?
Ela: Você pode... Chamar meu namorado? – Pede, com medo. Arregalo os olhos.
Eu: Que namorado? – Pergunto.
Ela: O nome dele é Maxwell. Ele está aqui, não está? – Ela pisca inocentemente pra mim. – Tenho que contar uma coisa pra ele. – Eu engasgo.
Eu: Maxwell não é seu namorado! – Tento não soar ríspido. Ela cerra o cenho, me fuzilando com os olhos.
Ela: Sai do meu quarto moço, ou eu vou gritar. – Ameaça com a voz contida. Olho aquele rosto, que tenta transmitir raiva e me deixar com medo, mas eu via sua insegurança, seu medo... Solto um longo suspiro, sofrido, machucado. Isso a faz piscar e vacilar no olhar fulminante. Quero dizer a ela que a amo, mas isso não faz sentido agora. Eu deveria ter dito antes. Deveria ter feito amor com ela mais vezes. Deveria ter dito e provado a ela o quanto é importante pra mim.
Deveria...
 Agora é tarde, Niall. Ela não se lembra de você. Tudo o que você se esforçou tanto pra cativar, todo o esforço para conseguir deixar alguém finalmente entrar na sua vida. Tudo isso... Foi por água a baixo. Engulo com força o bolo na minha garganta e chamo um médico. Explico a ele, com a voz fria e contida, o que foi que aconteceu. Ele se aproxima dela, olha seus olhos com uma lanterninha, mede seus batimentos cardíacos, sua pressão...
Médico: Bom Senhor, me parece que ela não se lembra de cerca de quatro anos atrás. Isso acontece muito, mas nós nunca sabemos dizer com clareza o que foi que houve. Pode ser estresse pós traumático. Pode ser que tenha sido culpa do traumatismo craniano. Pode ser que volte. Pode ser que não. Tudo o que podemos fazer é esperar... Sinto muito. – Eu assinto, olhando o chão.
Eu: Vou te dar o telefone de Maxwell, o cara que ela está chamando. – Digo baixo, sem olhar pra ele. – Você pode pedir pra ligarem pra ele e explicar o que foi que houve? Eu poderia fazer isso. Mas ele não fala comigo.
Médico: Claro, tudo bem. – Ele anota o telefone de Maxwell e sai pelos corredores. Eu suspiro, olhando o teto, sentindo uma queimação no fundo dos olhos que não sentia havia tempos.
Ah, eu não vou chorar.
Tá louco?
 Antes que eu pudesse raciocinar, uma lágrima solitária escorre por minha bochecha. Eu a limpo com pressa, prendendo a respiração.
Merda. 
 Entro no banheiro e apoio meus braços na pia, me olhando no espelho dali: Meus cabelos bagunçados e esses malditos olhos azuis que herdei do meu avô estavam vermelhos como se eu tivesse fumado. Como eu odeio esses olhos claros. Transmitem tudo o que sinto numa transparência absurda. Se algo ameaça me tirar do sério, eles escurecem, como uma verdadeira tempestade interior. Se eu estou feliz, eles ficam clarinhos como um céu de verão.
Eu: Merda de vida. – Murmuro, lavando o rosto antes de entrar com cuidado no quarto de (SeuNome), que dormia tranquilamente, abraçada a um travesseiro. Recolhi os bombons, coloquei dentro da caixa e joguei no lixo. Peguei o buquê e observei o rosto dela por um tempo. Me abaixei e, com a maior delicadeza existente no meu ser, beijei sua bochecha de leve. – Obrigado, (SeuNome). Você me fez alguém melhor. – Sussurro. Saio do quarto, a dor do adeus queimando meu peito enquanto desço as escadas. Victor me espera, meio aflito porque, com certeza, já soube do que houve. Jogo o buquê no lixo. – Vamos? – Digo frio, contido e bem baixinho.
Victor: Você não quer esperar? Talvez ela...
Eu: Tudo o que eu não preciso agora é topar com o ex dela que ela acha que é atual. – Digo ríspido e com o maxilar trincado. Suspiro. – Por favor, Victor. – Imploro com a voz frágil.
Victor: Acho que é tarde demais. – Ele murmura. Cerro o cenho.
Eu: Como?
Victor: Quem é aquele cara ali? – Me viro e vejo que realmente era tarde demais:
Maxwell estava entrando na sala. 
Continua...
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Ooi.
Tudo bem com voces? Espero que sim.
Foi maaal pela semana fora.
Mas acontece.
O que estão achando da fic? 
Só falta uma temporada pra acabar </3
Amo voces.
Beijos.
Comentem?
Até amanhã.
Beijinhos da Lary :*

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 18 – Fanfic by Lary :D

Laser Light – 3ª Temporada – Capítulo 18 – Fanfic by Lary :D
Quem é?



















Leia ouvindo isso :)))

No caminho pro hospital, no meu ver, tudo foi um borrão. Victor dirige numa velocidade assustadora, enquanto eu converso com (SeuNome) no banco de trás, pensando que talvez isso a fizesse ficar comigo. Ela tem duas paradas cardiorrespiratórias durante o trajeto, e eu faço respiração boca a boca, além de massagem cardíaca, até ela voltar. Meu coração mal bate ao fazer aquilo que eu já havia feito tantas vezes, mas que nunca havia sido de tamanha importância como era naquele momento. Nas duas vezes, quando a ouço tossir baixinho na minha boca, eu relaxo de um jeito extraordinário. Victor tenta conversar comigo, mas eu mal consigo falar. Apenas assinto, falo “Aham” e peço pra ele ir mais rápido. Quando a gente chega e eu entro com ela nos braços, vem um monte de gente pra cima de nós e a pegam do meu colo. Tento ver por sobre aquele monte de gente de branco, mas não consigo e levam ela embora de mim. Fico lá, com a camiseta branca manchada de sangue seco por um tempo, até que Victor vem até mim, coloca a mão no meu ombro e diz que o pior já passou. Meu sangue borbulha.
Eu: Não venha usar suas técnicas em mim! Sabe que eu conheço muito bem todas elas. – Digo ríspido.
Victor: Niall. – Ele me repreende. Eu suspiro, olhando o teto.
Eu: Eu a amo. – Digo baixinho, mais pra mim do que pra ele.
Victor: O que tu disse? – Olho pra ele.
Eu: Eu a amo. Amo a (SeuNome). – Digo devagar, digerindo as palavras. – É isso! Eu a amo! – Digo alegre.
Victor: Você ama. – Diz, meio sem entender. – Diz pra ela.
Eu: Isso! Tenho que dizer pra ela! – Digo animado. – Preciso dizer que jamais vou encontrar alguém como ela e que... Quero me casar com ela! – Victor fica de boca aberta.
Victor: Você quer se casar? – Ele diz meio engasgado.
Eu: Com ela... Com ela eu faço qualquer coisa! Só quero ela, Victor. – Digo com sinceridade.
Victor: Mas que lindo! Nunca pensei que você fosse dizer algo assim.
Eu: Nem eu. Eu só preciso... Que ela saia dali. – Olho em direção ao corredor pra onde levaram ela. – Preciso que ela diga sim.
Victor: Ela não era noiva de outro cara até pouco tempo atrás? – Assinto. – Não vou neeem perguntar!
Eu: Eu... Ela traiu o noivo. Comigo.
Victor: Que sacanagem, Horan! É a propósito, tenho uma bronca pra te dar... Você entrou sozinho naquela casa?! Sabe que isso é idiotice!
Eu: Sai de lá vivo. E sem nenhum machucado.
Victor: Perdemos Toddy a pouco tempo, como eu ficaria se te perdesse também?
Eu: E como eu ficaria se perdesse (SeuNome)?
Victor: Niall. – Ele diz em tom de aviso. Suspiro.
Eu: Cadê minha namorada? – Sussurro, olhando o corredor vazio.
Victor: Essas coisas podem demorar.  Acho que você deve ir pra casa, tomar um banho... Comprar flores e chocolate pra ela. – Penso um pouco sobre isso. – Ela não vai querer você fedido e sujo de sangue. Hesito. – Tudo bem... Eu fico aqui com ela. Te ligo por qualquer notícia.
Eu: Ela vai ficar bem?
Victor: Com certeza. – Diz com calma. Continuo relutante a sair. – Vamos Niall! Você quer fazer isso direito, não que?
Eu: Mais do que já quis qualquer coisa na minha vida. – Murmuro.
Victor: Então faça o que eu digo. Sou casado há trinta anos. Creio que sou meio expert nesses assuntos. – Assinto.
Eu: Obrigada, Victor.
Victor: Sempre que precisar. - Saio dali, meio relutante, vou pra casa. Observo os pingos de sangue no chão, bem menos desesperado do que antes. Tiro minhas roupas e as jogo num saco de lixo, não quero guarda-las como recordação, obrigado. Tomo um banho longo, parando um tempo para pensar em tudo. Nunca pensei que eu ia me apegar a alguém como me apeguei a (SeuNome). Nunca pensei que seria tão dependente, tão fissurado. Mas aconteceu. Eu, Niall James Horan, estou amando uma mulher. E eu não poderia ter escolhido alguém mais doce para amar. E sabe o que mais me deixa abismado? É o fato de ela retribuir esse sentimento, o fato de se entregar por inteiro pra mim. Eu preciso aproveitar isso.
Não posso deixa-la ir embora.
 Saio do banho e me visto com uma camiseta azul e uma calça jeans clara. Desço as escadas de casa, observando o sangue de (SeuNome) e pensando em como aquilo me lembrava doce. Vou a uma loja de doces comprar uma caixa de bombom me perguntando mentalmente qual era o meu problema. Acho uma bem bonitinha, em formato de coração, com duas camadas de bombons de todos os sabores que você possa imaginar. Vou até uma floricultura e compro um buquê de rosas vermelhas.
Viu, Niall? Você pode ser um cara romântico.
 Com um friozinho na barriga, dirijo até o hospital. Victor está lendo um livro.
Eu: Oi. – Digo meio ansioso. Ele levanta os olhos do livro e me mede da cabeça aos pés.
Victor: Você tá levando isso bem a sério. – Mordo o lábio e olho o chão.
Eu: Você... Já foi ver ela?
Victor: Não. Achei que você iria querer ser o primeiro. – Assinto.
Eu: Qual o quarto dela?
Victor: 513, andar 3. – Suspiro.
Eu: Eu vou...
Victor: Boa sorte. – Ergue as sobrancelhas e volta ao livro. Meu mundo começa a rodar bem devagar enquanto subo até o terceiro andar. Ouço minha respiração e meu coração batendo enquanto ando pelo corredor até o quarto 513. Quando entro lá, uma (SeuNome) de olhos arregalados está sentada na cama, olhando vidrada pra um prato de comida. Ela tem ataduras na cabeça e no pescoço, além de uma plaquinha no nariz.
Eu: Meu amor! – Ando até ela. Ela ergue os olhos. – Eu fiquei tão preocupado contigo, desculpa não estar em casa quando você precisou. Eu te amo. – Digo meio sem fôlego. – Desculpa por não ter te dito isso antes. Eu te amo. Te amo tanto... Te quero só pra mim. Pra sempre. Você foi como um anjo que caiu em minha vida, assim, do nada. E eu notei que não ando cuidando muito bem de você. Quero poder fazer isso. Ser seu marido e cuidar de você pelo resto da minha vida. Eu... Eu te amo. E quero me casar com você. – Me inclino pra perto dela, e beijo seus lábios. De início ela se mostra meio relutante, mas cede, me beijando com cuidado e de um jeitinho bem mole. Olho pra ela depois do beijo, e ela continua de olhos arregalados me olhando. – Diz alguma coisa vai. – Peço, ansioso.
Ela: Então você... Me ama? – Diz timidamente.
Eu: Muito. – Ela vira a cabeça para os lados, como se procurasse alguma coisa.
Ela: Posso te perguntar uma coisa? – Ela diz sem me olhar.
Eu: Claro. – Ela ergue os olhos semicerrados pra mim.
Ela: Quem é você? 
Continua...
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Ooooie meninas
Como estão?
Não me matem pelo sumiço.
É que tava cansadinha. E tirei uns dias de folga :P
E aiii? Me parece que a S/N se esqueceu do Nini D:
Eita guria.
Então... É isso.
Até amanhã minhas lindas :*
Comentem?
BjBjBjBjBjBj

Laser Light – 3ª Temporada –Capítulo 17 – Fanfic by Lary :D

Laser Light – 3ª Temporada –Capítulo 17 – Fanfic by Lary :D
Pensar como um bandido.

 Cara, e agora? O que eu faço? Não vou ficar aqui, parado, enquanto alguém machuca minha garota. Quem pode a ter levado?
Maxwell... 
 Pego o celular de (SeuNome) em cima do criado e procuro pelo telefone de Maxwell, começo a ligação e ele atende ao quinto toque:
Max: Alô? – Diz meio rindo, ouço sussurros femininos ao fundo.
Eu: Ham... Oi. – Digo seco. Ele fica em completo silêncio.
Max: Horan? O que quer?
Eu: Eu só queria saber se você tem falado com (SeuNome). – Ouço, novamente, uma voz feminina chamando por ele ao fundo.
Max: Claro que não. – Ele diz rindo, debochado. – Ela saiu da minha vida. Por que? A puritana está te traindo? – Meu sangue ferve e eu conto até dez pra não ir atrás dele naquele exato momento e encher a cara dele de porrada.
Eu: Na verdade, ela sumiu. – Digo frio. – Alguém a sequestrou. – Ele fica em silêncio por um tempo.
Max: De novo? – Sussurra. Suspiro.
Eu: De novo... Não sei o que esses caras veem nela. Tudo bem que ela é linda, mas... Por que só com ela?
Max: Pode ser que eles sejam da mesma laia, mesma gangue... Sei lá. – Diz baixinho. – Não posso te ajudar. Você é o policial. Me mantenha informado.
Eu: Lamento informar, mas não é minha obrigação. – Digo frio e desligo. Que cara idiota!
“Pode ser que eles sejam da mesma laia, mesma gangue...”
 Que pensamento bobo! Não existem “gangues” de estupradores. Eles agem sozinhos. São completamente frios e solitários...
Eles agem sozinhos.  
 Como uma luz, meu pensamento fica claro de repente.
Danny.
 Nunca existiram “caras”, sempre foi um só. Sempre foi ele.
Se eu fosse Danny, pra onde levaria (SeuNome)?
 Uma casa abandonada? Uma construção? Uma casa de campo?
Forço minha mente a pensar e bolar planos, como se eu fosse o bandido. Até que, novamente, uma luz cai sobre meus pensamentos.
Mas é claro!
 Se eu fosse Danny, a levaria pro mesmo lugar que levei da última vez, iria querer terminar o que havia sido interrompido de fazer.
Iria mata-la...
Eu: Merda! – Exclamo correndo pro meu carro com o celular na mão, tentando falar com Victor. Quando ele atende, eu já estou dirigindo como um piloto da Shell, em direção à casa afastada na cidade vizinha onde eu e Toddy encontramos (SeuNome) da última vez, explico tudo pro Victor, tropeçando em minhas próprias palavras, mas graças aos céus, ele é treinado pra entender gente desesperada, e eu não preciso falar duas vezes pra ele me entender e dizer que me seguiria. Eu me sinto em transe, aperto o volante com tanta força que os nós dos meus dedos ficam brancos.
Se algo acontecer com ela... 
Quando chego até aquela vila, paro por cinco minutos, tentando me lembrar de onde era a casa. Fecho meus olhos, vasculhando minha memória, e posso jurar que ouço a voz de Toddy me dando as coordenadas. Suspiro, sussurrando um agradecimento enquanto vou em direção a casa, com muito mais calma pra não fazer barulho e assustar o cara. Quando chego na casa velha, observo as janelas e aguço minha audição, tentando capitar qualquer sinal de (SeuNome).
Mas eu não ouço nada...
 Desço do carro, segurando minha 38 e respirando fundo. Nesse momento, mais do que nunca, sinto falta de Toddy, de sua respiração atrás de mim e de seus passos e movimentos silenciosos. Não é nada inteligente entrar sem proteção num lugar assim, mas eu nem ligo... Não naquele momento. Entro com cuidado na casa escura e tenho vontade de gritar de raiva quando o chão range com meus passos. Subo com cuidado a escada e, assim que piso no segundo andar, tenho vontade de chorar de alegria ao ouvir a respiração de (SeuNome). Sei que é ela, porque é a mesma que ouvi da última vez, os mesmos suspiros assustados e contidos. Com cuidado, caminho até uma porta entreaberta e espio o buraquinho. O que vi, me deixou aliviado, mas ao mesmo tempo horrorizado:
 (SeuNome) com seus cachos bagunçados e maquiagem borrada. Ela estava viva, e isso era um grande alívio. Mas seu rosto estava sujo de sangue, seu narizinho empinado e pequeno com sangue coagulado e todo desfigurado. Duas grandes e grossas listras de sangue escorriam ao lado de sua cabeça, e sua testa tinha finas listrinhas que mais pareciam gotas que escorreram. Sua boca estava machucada e ela olhava pra baixo, assustada e envergonhada. Nesse momento, vejo o filho da puta, e pro meu horror, ele segurava um revólver contra a cabeça dela.
Danny: Moreninha linda... O que você prefere? Que eu coma seu cu ou que te mate? – Ele diz, pairando sobre ela como uma sombra. (SeuNome) fica em silêncio e minhas mãos formigam de vontade de entrar ali e encher o cara de porrada quando ele pega em seus cachos com força, os puxando pra que ela olhe em seu rosto. – Fale comigo quando falo com você. – Diz ríspido. Ela engole com força. Mas não responde. E eu abro um sorriso ao ver que ela é durona. Preciso que Danny vire pra um ângulo melhor, se eu atirar nele, posso sem querer pegar nela. Mas todo o meu auto controle vai pro ralo quando ele pega no cano de seu revólver e dá uma coronhada na sua cabeça. (SeuNome) desmaia e eu entro lá com tudo. Danny mal tem tempo de me ver, porque eu dou um tiro nas pernas do cara, que cai instantaneamente. Como estava segurando o cano do revólver, não tem tempo de virar a arma e atirar, porque eu dou um chute na sua mão. Danny derruba a arma, mas não desiste e tenta pegar com a mão boa, mas, dessa vez, eu dou um tiro na sua mão estendida. Ele geme de dor quando eu dou outro tiro em sua cocha, o mantendo imóvel. Chego perto dele.
Eu: Filho da puta desgraçado! – Rosno e chuto suas bolas. Ele urra, e se encolhe no chão, com a mão segurando o meio das pernas. – Seu verme. – Cuspo na cara dele e vou pra cima de (SeuNome). – Meu anjo. – Sussurro. Ela está grogue. – Meu amor... – A pego no colo.
Danny: Eu fodi seu amor. Tirei o cabaço da sua namorada. – Ele diz baixo do chão. Eu não aguento aquilo, pego minha arma e dou um tiro no meio das suas pernas. Ele grita.
Eu: E não vai foder mais ninguém. – Ele ri.
Danny: Então vamos, me mate. – Diz divertido.
Eu: De jeito nenhum, você não tem noção de como tratam estupradores na cadeia. Vai virar a mulherzinha da sua cela. Sinto muito pelo seu cu. Espero que você saia vivo de dentro da cadeia, o que eu duvido muito. – Digo ácido e saio com (SeuNome) no colo, e é nesse momento que Victor chega com reforços.
Victor: Cadê o cara?
Eu: Tá lá em cima. Eu cuidei dele. – Digo com calma, observando (SeuNome), que deitou sua cabeça no meu ombro e balbuciou alguma coisa.
Victor: Ela tá bem?
Eu: Não sei direito. – Digo meio preocupado. – Tem muito sangue. – Ele toca o pescoço dela.
Victor: Rápido Horan! A pulsação dela está fraca, sua respiração está parando! – Ele diz me empurrando pro carro dele.
Continua... 
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Oooi!
Boa noite!
Tudo bem com vocês? Espero que sim.
Gente, tenho uma semana sem prova agora.
Oh Jesus, aleluia 
Olha, obrigada por cada crítica, cada comentário positivo... Por tudo.
Amo vocês.
Comentem?
Obrigada.
Beijos e até amanhã :*